As equipas sentiram um maior desgaste de pneus nas primeiras sessões de treinos em Suzuka. Os pneus ressentiram-se nos stints mais longos e a Pirelli já explicou qual o possivel motivo para tal:
“O asfalto está mais abrasivo em relação ao que estávamos à espera” explicou Mario Isola. “Isto deve-se provavelmente às condições meteorológicas que se sentiram, pois parece que a chuva forte com os tufões mudou o asfalto. Isto afecta principalmente a aderência e o desgaste – aumentando o desgaste”.
Apesar da Ferrari ter sido o caso mais falado, a grande maioria das equipas sentiu o maior desgaste de pneus, situação que Isola espera contornar ao longo do fim de semana:
“Eu acho que esta situação é controlável e, com certeza, a partir dos dados de hoje, as equipas serão capazes de reagir e encontrar uma afinação que poderá reduzir ou evitar as bolhas“, disse Isola. “Não podemos esquecer que a escolha fixa é feita pelas equipas 14 semanas antes. Eles provavelmente planearam mais voltas com os super-macios para entender o comportamento aqui, enquanto outras equipas estão focadas nos macios e tentando obter mais dados. “
Quanto ao número de paragens, o responsável pela marca de pneus aponta para duas paragens na corrida, embora uma paragem seja ainda possível:
“Uma paragem ainda é possível. Tenho que analisar a degradação e desgaste para entender se uma estratégia de duas paragens é mais vantajosa. Sabemos que é uma vantagem, mas deverá ser de pelo menos de 10 a 15 segundos de diferença, ou então todas as equipas irão apontar para uma paragem, porque não há razão para correr o risco de parar duas vezes e voltar no trânsito, ou estragar a corrida porque não conseguem ultrapassar “.








