Foi um dos problemas da Ferrari em 2020, o facto do seu motor ter perdido muito ‘gás’ entre 2019 e 2020. Os motivos já foram incessantemente escalpelizados, não vale a pena recordá-los, importante agora é perceber se a Ferrari pode estar bem mais competitiva em 2021 e os tifosi receberam boas notícias do chefe de equipa, Mattia Binotto, que disse terem as simulações da Scuderia sugerido que “recuperaram muita velocidade nas retas”…
Numa viragem agonizante dos acontecimentos para a Ferrari, a equipa passou de ter a unidade de potência líder da classe em 2019 para a pior das quatro na época seguinte, uma vez que Charles Leclerc e Sebastian Vettel foram forçados a lutar com um motor sem potência para tanto arrasto.
Para evitar uma repetição do sucedido, a Ferrari investiu num motor totalmente novo para 2021, e se os resultados dos testes no ‘dyno’ se traduzir em pista, ‘habemus Ferrari’: “No ano passado, a questão principal foi a velocidade nas retas, não na potência, mas na potência e no arrasto. Trabalhámos muito em ambos, a unidade de potência e a aerodinâmica do carro, para reduzir o arrasto. Segundo as nossas simulações, com base no que estamos a ver em termos de potência de saída dos ‘dinos’, a partir dos dados do túnel de vento também, penso que recuperámos bastante velocidade nas retas.
Por isso, espero que a velocidade não seja um problema como foi. Esperamos ser competitivos, mas só o saberemos quando estivermos no Bahrein, pois é sempre relativo ao que os outros estão a fazer.
Mas acreditamos que o nosso carro é certamente mais eficiente em comparação com o que tivemos no ano passado e quando digo eficiente, mais uma vez, é tanto do ponto de vista aerodinâmico como do ponto de vista da unidade de potência” disse Binotto.
O SF21 da Ferrari será apresentado na quarta-feira, 10 de Março, com testes de pré-época a começarem dois dias mais tarde.












“Líder da classe em 2019″… quer dizer, foi preciso chegarmos ao último dia de junho para um não-mercedes vencer 1 corrida, ou a meados de setembro para um Ferrari ganhar 1, sendo que no fim do ano temos o Charles com 98 pontos e o Bottas com 223 (fora o que teve 347). Ok, tudo bem. Sim, já em 94 o straturbo Perrari do Alberetto era o mais rápido em recta, aquilo era um avião. O problema eram e são as curvas como vimos com o Charles na Parabólica em Monza ( e agora tem um autocolante no capacete a… Ler mais »
Um «dyno» é um dinamómetro!
Fica muito mal, a uma publicação que ainda há pouco ostentava o lema pomposo «de motores percebemos nós», não ter noção de que «dyno» é abreviatura de «dynamometer» e que este, por seu turno, significa (evidentemente!) «dinamómetro».
Quem dará parecer negativo a uma comentário como este? Só pode ser o PC do Autosport a responder automáticamente.
Ou graxistas.
“No ano passado, a questão principal foi a velocidade nas retas, não na potência, mas na potência e no arrasto”, perceberam?
Acho que está super claro, foi algo com a potência que nada teve a haver com a potência. lol
Oh shut up Binotto.