Oscar Piastri é um dos jovens talentos que não conseguiu um lugar na F1 este ano, mas o seu agente Mark Webber está confiante que a desejada vaga surgirá em 2023.
Questionado se era uma questão de tempo até que Piastri subisse à Fórmula 1, Webber respondeu: “Acreditaria que sim, caso contrário todos na Fórmula 2 e Fórmula 3 estão a perder o seu tempo. Se tiveres alguém que passe pelo que o Oscar fez, de que serve o esforço se não acabares por subir à F1? Penso que é uma questão de tempo. Não é uma afirmação arrogante, só tem de ser assim. O sistema está a funcionar e sei que Stefano Domenicali [Diretor Executivo de Fórmula 1] está atento. Ele sabe que Oscar deveria absolutamente receber os frutos do seu sucesso nas categorias júnior e obviamente que A Alpine e todas as outras categorias júnior sabem que isso é algo que precisa ser abordado. Oscar deveria ser, e será, umas das prioridades para 2023.“
Piastri está a levantar um problema que já tem algum tempo. A falta de vagas na F1 começa a ser um problema e a lista de talentos desperdiçados começa a aumentar. Mais duas equipas na grelha seriam a solução ideal para este problema.













Deveriam encontrar um forma de, pelo menos, o campeão da F2 tivesse lugar garantido na F1, porque sendo campeão não pode continuar na F2 no ano seguinte, e desta forma pode-se estar a desperdiçar talentos, que acabam por sair para outras categorias.
E então quando vemos o que o Piastri fez nos últimos três anos, campeão de F4, F3 e F2 (com recordes de vitórias e poles consecutivas)
Se Piastri não conseguir lugar na F1, seja qual for a desculpa, então a F1 já não é onde estão os melhores. Por isso deveriam acabar com os pagantes e ser como noutros desportos, só ascende à categoria seguinte quem acaba (nas formulas de formação) o ano anterior no top 3. Depois se houver alguma surpresa (algum piloto se for embora ou tiver que sair da F1 e ficarem mais que 3 lugares vagos), então vai-se pela qualificação, 4º, 5º e por aí adiante). Em vez de se deixar entrar pilotos com currículos miseráveis apenas porque têm dinheiro para pagar… Ler mais »
É um crime este piloto não correr na F1 este ano.
O problema não é totalmente o número de equipas mas sim aquelas que precisam de pilotos pagantes como o Lafiti e o Mazepin que não andam lá a fazer nada… e vão ficando para suportar equipas que precisam do belo do dinheirinho. Aumentar as equipas era aumentar as que em dificuldades vão abrir a porta a mais pagantes. O Piastri tem curriculum perfeito para entrar e mesmo assim…