F1: Logan Sargeant diz não sentir “pressão extra” pela sua nacionalidade
O último piloto norte-americano a começar uma corrida de Fórmula 1 foi Alexander Rossi em 2015, quando pilotou para a Manor Marussia em cinco Grandes Prémios, tendo como melhor resultado o 12º lugar na prova em casa no Circuito das Américas. Apesar disso, o interesse pela Fórmula 1 cresceu bastante naquele país, fruto das ações levadas a cabo pelos proprietários dos direitos comerciais, Liberty Media, também eles baseados nos EUA. O que levou a que em 2022 se tenham realizado duas provas no território e em 2023 estão 3 Grandes Prémios agendados, com a adição de Las Vegas. Para além disso, o piloto norte-americano Logan Sargeant vai fazer a sua estreia na competição maior do automobilismo, tendo sido escolhido pela Williams como substituto do canadiano Nicholas Latifi.
O jovem piloto não considera que tenha sido beneficiado na entrada no competitivo mundo da F1 pela sua nacionalidade e também não se sente mais pressionado por ser a próxima esperança do país em conquistar um lugar dentro do pelotão da F1, como fez Mario Andretti, por exemplo.
“Sinto que tenho trabalhado tanto como qualquer outra pessoa para chegar a este ponto”, disse Sargeant ao Formula1.com sobre o facto de se estrear na F1 numa altura de muito interesse pela competição no seu país. “Espero poder representar bem [os Estados Unidos] e deixá-los orgulhosos. Não creio que seja uma pressão extra, para ser honesto. Tenho grandes expectativas em mim”.
Sargeant salientou que a sua contratação pela Williams não está relacionada com o facto de ser norte-americano. “Gostaria de pensar que é apenas uma feliz coincidência. Como disse, tenho trabalhado arduamente nos últimos anos, por muitos anos, assumindo o compromisso de me mudar para a Europa quando era jovem para tornar este sonho uma realidade. Sinto que tive uma carreira nas fórmulas juniores muito boa. Estou ansioso por encerrar esse capítulo e passar para o próximo”, concluiu o piloto.
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