Ross Brawn mostrou-se aberto à criação de um sistema de avaliação, em formato de tabela de classificativa, que pudesse permitir a entrada e saída de alguns circuitos do calendário. A vontade da Liberty em aumentar o número de corridas por ano mantém-se, com o número de 25 provas anuais ainda a ser ponderado, embora as equipas se mostrem contra o aumento.
Com o crescente interesse de outros circuito em receber a F1, a ideia de classificar a organização dos GP permitiria destacar quem fez um bom trabalho e acima disso despromover quem não cumpriu com os mínimos exigidos, levando a substituição desses traçados por outros que estejam em lista de espera para receber o Grande Circo:
“É crucial manter a qualidade das corridas. Não faz sentido aumentar o número de corridas se estas não tiverem qualidade. Gostaria de ver uma tabela classificativa de corridas, em que as pistas e os promotores que estão à espera substituam as corridas que não estão a correr bem.”
Desta forma a Liberty garantiria o empenho e a organização dos promotores e no caso de alguma corrida estar com níveis abaixo do exigido, teria uma solução imediata para manter sempre destinos apetecíveis e organizações de topo, Resta saber, caso esta ideia avance, de que forma a avaliação seria feita e que traçados estariam interessados a entrar nestes moldes. Mas é mais uma ideia interessante proposta pelos novos patrões da F1.











E diz Baku quer renegociar! Só se for para pagar mais, porque já está visto há algum tempo, que estes senhores da Liberty são ainda mais interessados em € que era Ecclestone.
Acho que neste momento nem Monaco está seguro, já que por valor histórico, paga 0.