A luta entre Lewis Hamilton e Max Verstappen pelo título mundial ainda não está fechada, pelo que para o britânico pensar no novo monolugar de 2022 ainda é precoce. Discute com os engenheiros que preparam o carro da nova geração, mas ainda não fez simulador e prefere concentrar-se na missão que tem em mãos até Abu Dhabi.
“Eu não conduzi o carro no simulador, porque tenho estado literalmente concentrado neste carro”, disse Hamilton ao Motorsport.com. “Tem sido uma carga de trabalho já bastante dura, mas estou em contacto constante com a equipa. Mesmo depois das nossas corridas, estou sempre a falar, ‘é aqui que o nosso carro está neste momento, e estas são as coisas que eu quero no carro do próximo ano’, manter-me atento a estas coisas. ‘Estes são os problemas que tenho com o motor, não quero ver isso no próximo ano, por favor arranja-o’. Estou constantemente a ter estas conversas com os ‘cérebros’”.
O campeão em título, explicou que nos briefings pós corrida costuma abordar o tema do novo carro, mas que não vale a pena pilotar o carro no simulador, já que o projeto progride a bom ritmo com os dados do túnel de vento.
“Quando termino as corridas, as grandes reuniões que normalmente tenho são com o Shov [Andrew Shovlin], geralmente no final da semana, depois de terem reunido todos os dados. Depois, tenho a minha reunião com Bono [Peter Bonnington], e depois uma com a equipa que está a trabalhar no carro do próximo ano, apenas para obter uma atualização sobre onde estão – se a tem mais aerodinâmica do eixo traseiro ou dianteiro, que tipo de altura ao solo podemos esperar, que questões estão a antecipar, que desafios estão a ter e como prevêem que será no carro. Mas neste momento, com o progresso que está a fazer no túnel de vento, não vale a pena pilotar o carro porque está numa curva de aprendizagem íngreme”











E há quem diga que não é dedicado… Tá bem tá. Se isto é ser pouco dedicado, então quem o é não dorme. hahahaha