F1: Levantada a ‘ponta do véu’ sobre o GP de França 2018
Os responsáveis pelo Grande Prémio de França já desvendaram alguns detalhes sobre a prova, que marcará o regresso da F1 ao Circuito de Paul Ricar em 2018, para além do fim de dez anos ausência da disciplina de terras gaulesas, cuja última prova fora em Magny-Cours em 2008. Jean Alesi, o ‘embaixador’ do evento e conselheiro do traçado do Castellet, deu a conhecer algumas das novidades da pista escolhida para ser utilizada pelo Grande Prémio francês.
“Com 5,8 km, o traçado do Circuito Paul Ricard definido para acolher a prova é um dos propostos há muito tempo. A pista será alargada na entrada e na saída, por vezes para o dobro, no S posterior, na curva do Camp e no final do terceiro setor na curva da ponte. O objetivo dar oportunidade de diferentes trajetórias para travagem, melhorando o número e a fluidez das ultrapassagens. Na Vidraria o ângulo de entrada foi apertado sensivelmente, de modo a melhorara travagem no final da reta da meta, na china que vai cortar a reta do Mistral, oferecendo oportunidades soberbas de ultrapassagem. O encadeamento das curvas é variado, o ritmo que se consegue é interessante, sendo que os monolugares deverão adotar uma configuração aerodinâmica média”, explicou Alesi.
Christian Estrosi, o promotor da prova, assinalou que o Grande Prémio recebeu 14 milhões de euros do estado francês, para um custo total de 30 milhões de euros, e que o regresso de uma corrida de F1 a Paul Ricard foi começado a ser preparado em 2016, aquando da primeira reunião com Bernie Ecclestone, o anterior diretor da FOM, na Suíça. Estrosi também fez saber que o antigo ‘patrão’ da F1 preconizava um contrato de três anos, mas que a sua estrutura acabou por conseguiu um de sete anos, assinado apenas a 6 de fevereiro de 2017.
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7 Setembro, 2017 at 13:22
Com um pequeno senão que é o de ser um circuito quase 100% plano onde não há desníveis, lombas ou paisagem circundante que mereça a pena.
Como ainda vai ser mais alargado, equivale a pôr carros de Fórmula 1 a correr como se tivessem sido largados num campo de aviação… fraco como espetáculo.
Pity
7 Setembro, 2017 at 13:25
“na china que vai cortar a reta do Mistral” Boa!
Sr. Dr. HHister
7 Setembro, 2017 at 13:31
A realidade é que as pistas de F1 são uma porcaria! E para se ter uma melhor noção é pegar nos jogos da Codemasters e “ver” por dentro. E se serem más não é suficiente, as modernas são muito parecidas umas com as outras.