E, já agora, também cabe sem problemas dentro do Force India, perdão, Racing Point Force India de 2018. E como sabemos isso? Bom, porque o piloto canadiano foi até às instalações da equipa, agora propriedade do seu pai e dos seus amigos, na passada quarta feira, para descobrir se conseguia, ou não, entrar no carro deste ano e no carro do próximo ano.
Claro que a Racing Force India continua a não confirmar nada, com Otmar Szafnauer, agora o responsável máximo da equipa, a dizer que até podem ficar com os seus atuais dois pilotos, lembrando que não é uma boa ideia a meio da temporada trocar um piloto familiarizado com a equipa e com o carro por outro que desconhece o VJM18.
Porém, reconheceu que Stroll esteve em Silverstone, fez um banco, ficou a conhecer as instalações e, pelo sim pelo não, investigaram se o piloto cabia no chassis 2018 e, também, no de 2019. “Ele cabe bem no carro” revelou Szafnauer. Porém, o responsável pela Racing Point Force India adiantou que “neste momento em que estou a falar convosco (imprensa presente em Monza) não sei de nada e não posso prever nada, tão são e apenas porque ainda não foi decidido. E para isso acontecer, estou certo que muitas outras coisas terão de acontecer, não apenas uma troca de pilotos.”
Para Otmar Szafnauer, o foco da equipa está no quinto lugar ocupado pela Haas, embora a distantes 58 pontos. Ainda assim, a equipa acredita que pode ser possível lá chegar e uma troca de pilotos “não iria ajudar. Por isso há muita coisa a ponderar até que haja uma decisão.”
Seja como for, continua no ar a possibilidade de Lance Stroll ocupar um lugar na Force India já no GP de Singapura, sendo certo que em 2019 ele estará na quilo que será a Racing Point Force India, pois como Andrew Green, o diretor técnico da equipa, já referiu “fizemos algumas alterações ao projeto de 2019 para termos a certeza que depois não há nenhuma mudança a fazer com o projeto já definido.”











