São palavras muito fortes as que Kollin Kolles produziu recentemente sobre a Aston Martin F1 e Lawrence Stroll. São também palavras que denotam uma enorme antipatia, para não dizer algo bem mais ‘forte’.
O antigo chefe da equipa de F1, Colin Kolles, voltou à carga e depois de se ter atirado recentemente a Toto Wolff, desta vez o alvo foi Lawrence Stroll e a Aston Martin. Desta vez diz que os engenheiros da Aston Martin andam “completamente desmoralizados” porque o novo dono da equipa, Lawrence Stroll preferiu abandonar a filosofia de anos da Force India, e quis copiar a Mercedes, entendendo que esse é o caminho mais rápido para o que pretende: chegar à frente do pelotão.
À Sport1, disse que Lawrence Stroll rejeitou a estratégia técnica da equipa ‘obrigando-os’ e copiar a Mercedes: “Até ali, no passado, era permitido aos engenheiros desenvolverem-se. Tinham pouco orçamento, mas eram muito jovens e eficientes, muito motivados e, em alguns casos, também muito inovadores. Desde que a Stroll está no comando, as coisas mudaram. E refiro-me a tudo.
Os engenheiros queriam construir um carro diferente, com uma traseira fortemente inclinada como o Red Bull, porque a equipa tinha feito os seus carros de acordo com esta filosofia durante anos, mas Stroll só queria uma cópia do Mercedes porque lhe parecia ser a forma mais fácil de atingir os seus objetivos. Ele comprou tudo ao Wolff”, disse Kolles.
Resta saber, se as coisas são mesmo assim, ou estão, simplesmente a ser ‘amplificadas’. Kolles pode estar a aproveitar o mau momento da Aston Martin para “bater no ceguinho”: “os engenheiros não podem fazer nada com um carro que não queriam. Eles estão agora extremamente desmoralizados. Há agora muito desagrado na equipa”, insiste Kolles.
Será que as palavras de Colin Kolles fazem sentido ou trata-se apenas de um ‘descarregar de bílis’?











