Andreas Seidl tem se tornado numa peça fundamental na McLaren e o seu trabalho tem permitido à equipa melhorar de forma consistente. Juan Pablo Montoya deixou elogios ao diretor da McLaren.
A entrada de Seidl foi vista com grande entusiasmo e o trabalho que ele tinha feito na Porsche dava alento aos fãs da marca. Se Seidl conseguisse replicar o trabalho feito no WEC, agora na F1 com a equipa de Woking, o caminho teria mais probabilidades de ser bem sucedido. O que temos visto é uma McLaren cada vez mais competitiva e mais forte e Montoya atribui grande parte do sucesso a Seidl.
Numa entrevista à Motorsport TV, o colombiano disse que Seidl é ” um dos elementos mais importantes”. Desde que começou na McLaren, ele mudou a mentalidade da equipa e a forma como eles lidam com as coisas. Têm agora uma base realmente saudável. Ele já fez um trabalho muito bom na Porsche e eu trabalhei com ele há muitos anos na BMW”, acrescentou Montoya da Seidl. “Trabalha muito bem. Ele tem personalidade e compreende o que a equipa realmente precisa”.
A entrada de Seidl melhorou a equipa ao nível desportivo e organizativo, enquanto James Key tem conseguido criar carros competitivos. O grande desafio está a chegar e 2022 é a grande oportunidade da McLaren dar mais um salto e instalar-se no topo, como sempre foi o desejo de Zak Brown. A reestruturação que começou em 2018 está bem encaminhada e Brown pode estar feliz com as decisões tomadas. Resta saber se a equipa consegue dar o passo que pretende na próxima época.













É uma injustiça que o Montoya e o redactor omitam o papel fundamental do «Danny Ric» nesta progressão espectacular da McLaren.
O DR deve ter-te negado alguma coisa…pareces uma ex-namorada ressabiada! lol
Parvalhão.
A falta que te faz um espelho…
Parvalhão.
Realmente meu caro, este teu post saiu mesmo bastante mal, já para não falar da resposta.
Só -6 pontos negativos? Epá, tens de “melhorar”, pois o grandioso e melhor piloto do mundo de sempre, tens -61 pontos para um puto de 21 anos.
Se o Colgate consegue tamanha façanha, tu também.
Nunca vi em toda a minha vida tamanha mediocridade ser celebrada e defendida tão acerrimamente, como se de um piloto extraordinário, um verdadeiro campeão se tratasse. Alguém que levou do Kvyat, esse magnífico piloto, do Vergne, do Max e agora de um puto de 21 anos.
Os medíocres gostam de mediocridade. Qual é o espanto?
Quando a Mclaren o contratou pensei que a equipa iria beneficiar bastante do seu trabalho e, confesso que me perguntei, com alguma mágoa e inveja, porque a minha Ferrari não pensou nele.
O Binotto pode ter aquele ar de maluco, mas daí a contratar o Ricciardo…