Depois de terem usado uma versão anterior do motor Honda, a Toro Rosso usará a versão mais recente da unidade motriz nipónica. A altitude da pista mexicana causava alguma apreensão nos responsáveis da Honda devido ao ar mais rarefeito.
O ar menos denso, devido à altitude da pista, iria exigir muito mais do turbo e teria impacto no processo de combustão do motor, pelo que a Honda preferiu usar um motor mais rodado, que os engenheiros percebessem melhor, por questões de fiabilidade. Também a Renault optou pela mesma solução, revertendo para uma versão anterior.
Agora, no Brasil, a Honda vai voltar a usar a sua unidade motriz mais recente, embora seja o segundo circuito mais alto do calendário, a 800m de altitude. Brendon Hartley este satisfeito com a sua forma recente e espera manter o nível agora com o novo motor:
” O meu ritmo nos últimos GP foi fantástico e consegui bons pontos em Austin, seguidos por uma boa reviravolta no México, mesmo que não tenha conseguido o resultado que merecíamos”, disse Hartley. “Portanto, vou para as duas últimas corridas do ano com um espírito muito positivo. Teremos a última versão do motor Honda a bordo e sabemos que ele oferece muito mais desempenho. Além disso, o novo kit aerodinâmico acrescenta algum valor e parece adequar-se ao meu estilo de condução.”
Também Gasly está otimista depois de ter sido penalizado por mais uma troca de motores no México, provavelmente a última deste ano:
“Estou ansioso para lutar por pontos novamente, depois de termos cumprido penalizações nas últimas corridas para maximizar as nossas hipóteses para estas duas últimas corridas da temporada.”









