A Honda trouxe para este ano uma unidade motriz completamente renovada, antecipando o trabalho que era suposto ver a luz do dia apenas em 2022.
Com as melhorias feitas, há quem acredite que os nipónicos têm agora a melhor unidade motriz do pelotão. Mais potência e menos espaço ocupado, o que permite à Red Bull ter uma traseira mais fina e assim mais aerodinâmica. Esta diminuição das dimensões da unidade motriz está a revelar-se fundamental no conceito da Red Bull e Toyoharu Tanabe, diretor técnico da marca explicou as mudanças:
“A posição da árvore de cames foi baixada, reduzindo a altura da unidade motriz, bem como o centro de gravidade. É um pacote compacto”, disse ele.
“É difícil chegar a números precisos sobre quanto mais downforce existe ou quanto os tempos de volta melhoraram. No entanto, Adrian Newey disse estar grato por termos tornado a unidade mais compacta. Não há dúvida de que a nossa nova unidade contribui para o desempenho do chassis”.
Assim, aliado ao ganho de potência, temos uma melhoria na aerodinâmica, fundamental neste ano, com regulamentos novos, o que deu à Red Bull uma vantagem neste arranque de época. Nem só de cavalos vivem as melhorias no motor.












