O tema do motor Mercedes instalado no GP do Brasil, que permitiu a Lewis Hamilton uma recuperação tremenda, tem dado que falar, especialmente do lado da Red Bull. No entanto Helmut Marko não se mostra particularmente receoso da “ameaça” de Toto Wolff que disse que a equipa voltaria a usar o mesmo motor que usou no Brasil, depois de ter regressado a uma unidade antiga no GP do Qatar.
Marko afirmou que a Mercedes não irá beneficiar tanto da velocidade de ponta que evidenciou no Brasil, pois os novos testes de controlo das asas traseiras da FIA não permitem que os Flechas de Prata usem o que a Red Bull considera serem asas traseiras mais flexíveis:
“Vimos no Qatar que a vantagem de Hamilton nas retas já não era assim tão grande. Estava mais ou menos dentro do intervalo normal”, disse ele ao f1-insider.com. “Isto deve-se ao facto de, após testes mais rigorosos da FIA, a Mercedes já não poder utilizar a sua asa traseira extremamente flexível”, afirma Marko. “A Mercedes voltará a utilizar o motor de foguetão na Arábia Saudita, mas como já não podem baixar a asa, já não trará a vantagem de 0,4 segundos”.
“Confiamos na força de Max [Verstappen] nos circuitos citadinos. Ganhou no Mónaco, e em Baku dominou claramente antes da falha dos seus pneus, sem qualquer culpa sua. Penso que o piloto também pode fazer toda a diferença na Arábia Saudita”.










