A Red Bull fechou as contas dos títulos na Fórmula 1, passando o objetivo imediato por vencer as duas corridas restantes numa época dominada pela estrutura austríaca, enquanto o monolugar de 2023 é desenvolvido e a Red Bull Powertrains, a divisão de unidades motriz, continua o progresso para 2026 apresentar o motor construído no campus de Milton Keynes. No entanto, 2022 não foram apenas bons momentos para a Red Bull Racing. Entre polémicas, a última sobre a infração ao limite orçamental, o co-fundador da marca de bebidas energéticas, que dá nome à equipa de Fórmula 1, Dietrich Mateschitz faleceu.
Em declarações à Servus TV, Helmut Marko salientou que a equipa não se pode distrair com os temas extradesportivos.
“Há muita coisa a acontecer, estrategicamente, politicamente… e claro que também há coisas a serem esclarecidas dentro do grupo devido à morte de Dietrich Mateschitz”, explicou Marko. “Mas isso está longe de ser matéria desportiva”. O austríaco garantiu que “em termos desportivos” a Red Bull “quer também vencer as duas últimas corridas. E pelo desempenho que mostramos recentemente, também em termos de fiabilidade, as hipóteses não são más”.
Max Verstappen tem vindo a quebrar uma série de recordes, numa temporada em que a Red Bull conquistou por 16 vezes (em 20 corridas já realizadas) a vitória, podendo ainda alcançar os 18 triunfos.












