A FIA e a Liberty Media vão apresentar a 31 de outubro as novas regras de motores para a Fórmula 1 pós 2020, mas Helmut Marko insiste que é crucial que as novas regras possibilitem que fornecedores independentes de motores possam competir contra os ‘gigantes’ da indústria automóvel:
“A atual dependência é totalmente inaceitável para a Red Bull pois nunca vamos poder ter o mesmo nível que a Mercedes e a Ferrari têm nas suas unidades motrizes. A Fórmula 1 deve tornar-se acessível para todos os ‘players’ e não super-sofisticada em que só alguns têm meios para desenvolver a tecnologia. As pessoas compram iPhones porque são fáceis de usar e não pela tecnologia que lá está dentro”, que é muita, acrescentamos nós.
O que Helmut Marko quer algo extremamente difícil de alcançar, e a Red Bull é um bom exemplo disso, pois só reforçando anualmente o seu orçamento lhe permitiu chegar aos títulos que alcançou. Converter a F1 em algo radicalmente diferente de hoje, muito mais equilibrada entre as dez equipas é uma tarefa muito difícil. Mas é precisamente esse o propósito da Liberty, impor um teto orçamental que não permita uma discrepância tão grande no plantel.










