A Haas está a cumprir o plano estabelecido na preparação com o VF-21, o monolugar para este ano. Mas infelizmente a equipa não poderá testar se a unidade motriz está bem integrada.
A presença dos técnicos da Ferrari é necessária para ligar a unidade motriz turbo V6. Mas as restrições fronteiriças no Reino Unido motivadas pela COVID-19 não permitirá ao pessoal do fornecedor do motor viajar até à fábrica da Haas em Banbury. A equipa irá, portanto, provavelmente ligar pela primeira vez o motor no Bahrein, antes do início dos testes de pré-época a 12 de Março, de acordo com a Auto Motor und Sport.
A Haas tem normalmente enviado os componentes produzidos na sua base no Reino Unido para Itália, onde a Dallara – que produz o chassis da equipa – monta o carro. Mas os regulamentos F1 deste ano, que exigiam que as equipas usem o chassis 2020, significam que o VF-21 da Haas será construído em Banbury.
“Este ano, isto é logisticamente mais fácil do que enviar as nossas peças para Itália para montagem”, confirmou o director da equipa da Haas, Guenther Steiner.
A Haas espera sofrer um ano de transição em 2021, uma vez que muito poucos recursos serão dedicados ao automóvel deste ano, com a maior parte do seu investimento em engenharia já destinada ao seu concorrente completamente novo de 2022.














“Tá bem integrada”?! Nem um corrector ortográfico têm? Será pedir demais que releiam os textos antes destes serem publicados?
Não se pode pedir muito.