A Haas foi criticada em 2022 pelas semelhanças do seu monolugar VF-22 com o carro da Ferrari, o F1-75 e pelo facto do departamento de design estar sediada em Maranello. A ligação entre a equipa norte-americana e a Ferrari voltou a ser tema de debate dentro do paddock da Fórmula 1, em parte alavancada pelo bom início de temporada e pelos resultados completamente diferentes em relação ao passado recente da estrutura liderada por Günther Steiner.
Para o responsável máximo, voltar a dizer que a Haas é a equipa B da Ferrari soa como um “disco riscado”. Steiner, diz que depois de anos a questionarem o relacionamento com a Ferrari, “acostumamo-nos com isso”. “É como, ‘ok, espalha essa discussão, já ouvimos isso antes.’ É um disco riscado. Não me importo. Não me importo nem um bocadinho”, acrescentou em declarações aos alemães do Motorsport-Total.com.
Acreditando que os resultados de 2023 sejam ainda melhores do que em 2022, uma época que começou bem, mas depois foi perdendo fulgor, Steiner considera que com o novo patrocinador principal, que permite aumentar o orçamento disponível para perto do valor máximo definido pela FIA para os gastos das equipas de Fórmula 1, a Haas está numa situação bastante melhor. “Quando chegamos a 2016, não havia limite orçamental, portanto, mesmo que estivéssemos numa boa posição financeira, estaríamos muito abaixo das outras equipas, mas agora também somos muito competitivos financeiramente em comparação com os outros. Não somos competitivos, estamos em igualdade.”











