Guenther Steiner, antigo diretor da equipa de F1 da Haas, criticou o seu antigo patrão, Gene Haas, pela forma como foi despedido da equipa.
Steiner revelou que foi despedido por telefone enquanto fazia compras, o que considerou um “gesto baixo” tendo em conta a sua contribuição para a equipa. Embora não tenha ficado chateado na altura, Steiner admite agora que não tem intenção de voltar a falar com Haas, sentindo-se desvalorizado apesar de ter ajudado a construir a equipa e de ter feito Haas ganhar “meio milhar de milhão de dólares”.
“Na altura, ele disse: ‘Não quero prolongar o teu contrato’ e eu respondi: ‘Sim, por mim tudo bem’. Foi isso, e fui comprar fiambre. Fazer isto assim (ao telefone) é um pouco baixo quando se constrói uma empresa para alguém e se ganha meio milhar de milhão de dólares. A última coisa que eu quero é falar com ele. Já não preciso dele”.













Claro que não quer falar, falar o quê? Agora a equipe está crescendo, coisa que não acontecia há anos, tem ordem, tem objetivo, não é a fanfarrice de outrora… que era apenas mídia.
Ser 8o no 1o ano de F1 e 5o no 3o ano, não é só ‘mídia’ (o que quer que signifique essa palavra, que não existe no dicionário). São resultados que poucas equipas com muito mais meios não conseguiram. Foram obra do Steiner. Convém não esquecer.
Perdeu-se pelo caminho, com os maus resultados, foi melhor manter-me como o elemento mais “interessante” da equipa, ser uma figura do DTS e ser mais um media men que chefe de equipa.
Fanfarrice está no dicionário?😁