Os dois pilotos da Williams mostraram alguns pormenores interessantes durante as duas sessões inaugurais do Grande Prémio do Japão, mas Alexander Albon revelou ter sentido alguns problemas durante os treinos em relação ao ritmo do FW45 com maior carga de combustível, levando-o a admitir que a equipa pode ter de comprometer o ritmo rápida para a qualificação, por uma afinação que possa dar mais performance ao monolugar durante as 53 voltas da corrida de domingo.
“O ritmo com pouco combustível é bom. Já estávamos à espera disso”, disse o tailandês da Williams. “É com o ritmo de corrida que estamos a ter dificuldades, temos de resolver isso. Acho que a degradação [dos pneus] é alta. A temperatura e a humidade desta pista são um pouco como em Singapura. Estamos a ter dificuldades nas simulações de corrida, por isso vamos voltar ao início e perceber o que está mal. Penso que talvez tenhamos de comprometer um pouco o nosso ritmo de qualificação para melhorar o nosso carro em corrida”.
O monolugar de Grove já comprovou ser muito rápido em retas e voltou-o a ser em Suzuka, mas um dos seus problemas no traçado japonês, segundo o piloto, é no primeiro setor, composto pela zona dos esses e da curva Dunlop, a longa esquerda seguinte. O carro está menos equilibrado nas curvas e perde muito tempo devido ao sobreaquecimento dos pneus. “É por isso que nas simulações de qualificação conseguimos safar-nos, porque conseguimos arrefecer um pouco mais os pneus nas voltas de saída”, sublinhou Albon. “Acho que temos de tentar rever isso”.











