Se ontem Toto Wolff fala em mudança de conceito, hoje o chefe de equipa falava em mudança radical. No final da corrida, Wolff estava claramente insatisfeito e exigia mudanças profundas para a Mercedes sair da situação atual.
Os Flechas de Prata voltaram a apostar num conceito arrojado, em que os flancos são muito reduzidos, mas, tal como no ano passado, os resultados teóricos não acompanham a realidade e a Mercedes está longe do topo. Pior, se no ano passado eram a terceira força, com o surgimento da Aston Martin, são quartos. É por isso que Wolff pede mudança:
“Um dos piores dias que tivemos nas corridas”, disse Wolff na Sky Sports F1. “Realmente não foi nada bom, faltava-nos o ritmo em todo o lado. A Red Bull está num planeta diferente. Isso é o que dói porque estão tão à frente e faz-me lembrar os nossos melhores anos. Esta é a referência e temos de dar um passo atrás do outro para voltarmos ao topo e podemos fazê-lo. Mas penso que a mudança tem de ser muito mais radical e não apenas atualizações que nos possam dar dois ou três décimos. Penso que quase duplicámos, senão mesmo triplicámos, a diferença para a Red Bull… e é isto que precisamos de ver”.











É desta que avançam para a versão B…
Mudanças de regulamento, dum modo geral, levam a mudança de ciclo. Tem sido assim na história da F1. É a vida, como diz o outro.
Então vá, despachem-se porque já se viu que não podemos contar com a Ferrari para haver um campeonato competitivo.
“Despachem-se” com limites orçamentais é complicado. A aposta da Mercedes é provavelmente 2025 e até la optimizar ao máximo.
Este ano e o próximo já era bem giro ver a Aston Martin colocar-se um pouco ao lado da RedBull e podermos ver Alonso Vs Verstappen. Queria ver quem ganhava de igual para igual.