O desafio do circuito de Marina Bay não deve ser menosprezado. A prova mais exigente do ano a nível físico, também vai exigir muito da dos engenheiros e dos estrategas.
Os dados recolhidos pela Pirelli apontam para uma estratégia de uma paragem para a maioria das equipas, sendo a que mais sentido deverá fazer por vários motivos: O traçado citadino é exigente nos pneus, mas nunca terá a exigência que vemos em traçados permanentes, pelo que há uma boa hipótese dos pneus médios aguentarem o primeiro stint para permitir parar apenas uma vez e colocar os duros. As alterações feitas à pista este ano retiraram uma secção sinuosa, diminuindo a exigência nas borrachas; a paragem nas boxes custa 28 segundos, o que é muito tempo e, numa pista em que a posição em pista é muito importante, parar duas vezes não será certamente do agrado das equipas.
Assim, as equipas deverão escolher entre um arranque com pneus médios, a opção que mais flexibilidade permite, ou pneus macios para um primeiro stint, com o segundo a ser feito com pneus duros. A Pirelli também refere uma estratégia de duas paragens, começando com os macios, colocando duros a meio da corrida, para terminar novamente com macios.
Claro que as estratégias delineadas poderão ser afetadas pela entrada do Safety Car, que tem acontecido em todas as corridas desde 2015 e mesmo com VSC. A probabilidade de vermos chuva na corrida é de 20% pelo que não é algo de ameaçador.














