Max Verstappen deixou o melhor para o fim. Depois de meia época a tentar sobreviver e a aguentar a vantagem no campeonato, o piloto da Red Bull deu um recital em São Paulo, um dos seus palcos preferidos. Largando de 17º, terminou em primeiro e quase colocou um ponto final na questão do título.
No final da corrida, Verstappen não escondeu a felicidade de voltar a vencer
“Vivi uma montanha-russa de emoções, com a qualificação a ser muito azarada com a bandeira vermelha. Começando em 17º eu sabia que seria uma corrida muito difícil. Não tivemos problemas, tomámos as decisões certas, mantivemos a calma e estávamos a voar. Todas estas coisas juntas. É inacreditável. Ganhar aqui de tão longe na grelha… sim”.
Sobre o seu arranque sublime e as ultrapassagens na Curva Um, Verstappen comentou:
“Era muito difícil passar por aqui com o novo asfalto. Eu sabia que tinha de o fazer. Era fácil bloquear a frente, mas eu tinha confiança nos travões. A Curva Um é sempre uma ótima curva para passar.”









Deu um verdadeiro banho ao Norris, aos palhaços do Hill e Herbert e a todos os que queriam que o Norris fosse campeão na secretaria. Vamos ver se sai penalização ou não, se o colinho continua…
Tenho cá para mim, que se não tivesse existido a bandeira vermelha, esse comentário também não…
A bandeira foi como a bandeira da qualificação, são bandeiras…
C
Como ordens de diretores de corrida, são ordens, mesmo os diretores que “faleceram” no Abu Dabi 2021…
Adeptos da falta de ética, não esperava muito.
Continuação.
Outro que não esqueçe 2021, no fundo um anti-adepto do Max.
Isso é antidesportivismo.
Chama-se realidade.
Não sou antininguem.
O “perigoso rufia das pistas” deu um recital com assinatura para ficar nos livros de História. Assim se fazem os mitos.