Pilotar um monolugar de F1 é fisicamente muito exigente. Que o diga Kevin Magnussen que, apesar de não ter parado e ter um ano de competição nos protótipos do IMSA e do WEC, o que exige preparação física, está a sentir dificuldades este fim de semana.
O piloto dinamarquês admitiu que não conseguiu fazer melhor na qualificação pois o pescoço não aguentou mais o tormento e por isso não conseguiu dar o seu melhor.
“O meu pescoço deixou de aguentar na Q3, já não conseguia pilotar. Quando se está fora de um carro de F1 há um ano e numa pista como esta… não estou preparado para isso. Estou feliz por ter talvez um dos melhores fisioterapeutas do mundo aqui comigo, Thomas [Jorgensen], e ele será capaz de fazer a sua magia”.
Para a corrida espera-se mais uma tarde complicada para o pescoço de Magnussen que explicou o que se sente:
“Descansamos a cabeça no encosto, mas perde-se muita sensibilidade do que o carro faz e também visualmente está-se a olhar na direcção errada, por isso não é grande coisa. E foi isso que fui forçado a fazer, porque o meu pescoço não aguentava. Por isso, sim, o carro estava ótimo, acho que o carro tinha capacidade para chegar ao quinto lugar, mas eu só tinha capacidade para o décimo tempo. Vai-se um pouco mais devagar na corrida, então isso vai ajudar muito. As curvas 6 e 7 e 8 e 9, são um inferno quando não se conduz um carro de F1 há um ano”.
Magnussen elogiou o traçado da pista Saudita:
“Honestamente, esta é uma das melhores pistas que já conduzi. E eu não mudaria nada. Claro que se pudéssemos torná-la mais segura, ótimo”.











