O final da corrida de Baku ficou marcada pela manobra de defesa agressiva de Nikita Mazepin, que tentava fechar a porta a Mick Schumacher, que tentava passar o seu colega de equipa. Gerhard Berger minimizou a manobra do russo:
“Para nós, era bastante normal”, disse Berger, referindo-se ao tempo em que competiu na F1. “O homem da frente fazia sempre isso. Na altura, era permitido ou não havia câmaras a vê-lo. Se ele tivesse violado as regras, os comissários teriam reagido e teria havido uma penalização. Isso não aconteceu, pelo que tudo se manteve dentro dos limites normais”, disse Berger.
No entanto, Berger concorda que Schumacher já fez o suficiente para se estabelecer como o número 1 na Haas nesta temporada.
“Mick mostrou claramente que tem o Mazepin sob controlo e tem a posição de número 1. Mick tem definitivamente os genes de Schumacher. Pode-se dizer que Mazepin não o vencerá, mas Mazepin ainda faz o seu trabalho. Ele comete erros como todos os outros, mas é preciso dar-lhe uma oportunidade”.











Tenho de confessar que não gosto nada deste personagem russo. Sobretudo pela sua arrogância e forma de estar. No entanto tenho de concordar com o Berger. Se os pilotos não estão lá para ultrapassagens e defesa das suas posições, não sei o que lá fazem. Creio que ainda para mais quando é o nosso colega de equipa a tentar tirar-nos a posição, na última volta… na recta da meta.