A avaliação que George Russell fez aos novos carros não surpreende e, em parte, era esperada. Com a aplicação de uma nova filosofia aerodinâmica, focada em limitar a produção de ar sujo para promover mais lutas roda com roda, o efeito do cone de aspiração seria sempre reduzido. Aliás, foi esse um dos fatores que levou à manutenção do DRS numa primeira fase, para que os responsáveis da F1 pudessem entender novas dinâmicas primeiro, antes de retirar o sistema. Pela avaliação de Russell, o DRS deverá permanecer nos carros a médio prazo, pois o britânico referiu que o efeito de cone de aspiração é muito menor:
” Podemos seguir os carros mais de perto, mas pelo que vimos, o efeito de cone de aspiração é definitivamente menos eficaz. Teremos de esperar para ver. Estava atrás do Lando [Norris], à distância de um ou dois carros e não o apanhei na reta, pelo que isso foi um pouco preocupante”.
Norris fez eco aos comentários de Russell, mas insiste que é necessário testar mais para se obter uma imagem mais clara do verdadeiro impacto das novas regulamentações.
“Podemos seguir mais de perto, mas depois o cone de aspiração é pior, portanto um positivo e um negativo”, disse o piloto da McLaren. “Não sabemos qual é o maior efeito no momento, pelo que teremos de ver até à primeira corrida”.













Isto é uma verdade de la Palisse, é claro que só podem seguir mais perto com um cone de aspiração menor. Ganha-se aproximação nas zonas de apoio, perde-se ‘sucção’ nas rectas. Acho que é isso mesmo que se pretende.
Segundo o que disse Leclerc, seguir cerca de 5 segundos atrás está ligeiramente melhor, a 1.5s/2s não notou uma diferença muito maior e a 0.5s está muito melhor.
Agora veremos em situação de corrida.