George Russell está a mostrar mais uma vez que tem uma postura e maturidade assinaláveis para a sua idade. Numa entrevista à Sky Sport, Russell acabou como toda e qualquer possibilidade de mau estar na equipa. O piloto britânico admite que está numa fase diferente da carreira em relação a Lewis Hamilton e que o papel de liderança de Hamilton é normal e compreensível:
“Penso que estamos em fases diferentes das nossas carreiras, não há ressentimentos de qualquer das maneiras”, disse ele à Sky Sports F1. “Do meu lado, tenho 24 anos e sou colega de equipa do maior de todos os tempos. se ele terminar à minha frente, obviamente não gosto, mas não vou chorar e amuar por causa disso. Igualmente do lado de Lewis, ele já conseguiu tanto – é sete vezes Campeão do Mundo, detém recordes. Lewis está aqui há muito tempo e eu sou o novo miúdo da equipa. Não vou tentar ser o líder da equipa, quando estou a enfrentar o maior de todos os tempos, que está aqui há 10 anos. Ele é como o capitão da equipa e é assim que deve ser. Vê-se isso algumas vezes quando se tem dois pilotos que estão na mesma fase da sua carreira, ambos lutando… não há número um ou número dois na Mercedes, mas no fundo todos os pilotos estão a lutar por aquele lugar de liderança- ‘Eu quero ser o tal’. Enquanto que entre nós os dois não há isso”.
Russell mostra novamente uma abordagem inteligente. Sabe que não precisa de tentar impor-se de forma exagerada, deve apenas deixar que o seu trabalho e o tempo mostrem o que ele pode fazer. A Mercedes está, para já arredada da luta pelo título, pelo que não há necessidade de guerras internas. Russell vai tentar absorver tudo o que puder de Lewis, que não deverá ficar muito mais tempo na F1, à medida que vai conhecendo a equipa, vai crescendo e se preparar para assumir a liderança quando Hamilton deixar o desporto.











É uma óptima aposta da MB. Qd o Lewis se retirar ficam com um piloto rápido e com muita experiencia e trabalho do colega.
Agora é só resolver o problema do quique e vamos lá para a frente.
Espero que o Russell não “venere” em demasia o seu colega de equipa, pois isso pode ser fatal.
Na F1, um piloto que queira vencer, não pode considerar um colega de equipa “o capitão”, por muito especial que este seja.
Isto são apenas palavras, é dentro da pista que o Russell terá de mostrar que não está na Mercedes para ser um nº2 à espera da oportunidade certa para se impor.
Não sei porque carga d’água o pessoal está à espera que Russell venha armado em Max e empurre o Hamilton para fora em todas as curvas.
Ainda por cima quando não lutam por título nenhum. Se estivessem a lutar pelos títulos entendia a faca nos dentes, mas por agora não faz sentido nenhum.
Mais um comentário sem nexo.Existe alguma maneira possível de ocultar os comentários imbecis deste Tarvando? É que não há um que se aproveite!