O aviso foi feito por Angelo Sticchi Damiani, presidente do ACI (Automobile Club Italia) que lançou o alerta para a falta de condições para manter a mítica prova a médio prazo. Em causa está a lei do Orçamento 2018, cuja a alteração não foi aprovada, o que dificultará a vida à organização, sujeita a constrangimentos de ordem estatal. “Não custamos um euro ao estado. Não pedimos nada, mas não nos impeçam de continuar.”
A infraestrutura precisa de investimento para ser modernizada, uma necessidade evidenciada no discurso de Damiani, na noite de entrega dos prémios aos campeões 2017. A prova não está, no entanto, em risco para este ano e há vontade por parte do governo (ministro do desporto) para encontrar uma solução.
A pista foi inicialmente construída em 1921 e tem recebido consecutivamente a F1 desde 1950 (exceto em 1980). Em 2016 foi assinado um novo acordo para manter o grande circo na catedral da velocidade, válido por 3 anos. É uma das pistas com mais história do calendário e um dos eventos mais esperados do ano, pela envolvência e pela paixão dos fãs italianos que todos os anos enchem o Autódromo e dão um colorido único à corrida. Para a F1 perder Monza seria sempre um golpe duro.











