Nyck de Vries não tem tido um começo de época nada fácil na Alpha Tauri. O piloto neerlandês ainda não mostrou nada do que se esperava dele com uma sucessão de prestações pouco convincentes e erros. Franz Tost não está preocupado com isso e acredita que é preciso dar tempo, mesmo tratando-se de um piloto já experiente.
“Há, como sempre digo, um processo de aprendizagem e um período de acidentes”, disse Tost no sábado em Baku. “Porque se os pilotos não se despistam, não conhecem o limite. Este é um mérito que lhes deve ser dado, caso contrário não funciona. E não houve nenhum piloto que não se despistasse. Lembro-me que o Sebastian, nas primeiras corridas, regressou às boxes na primeira volta quase sempre sem o nariz. Isso faz parte do jogo. Como digo sempre, se um estreante vem para a Fórmula 1, precisa de pelo menos três anos para perceber o que se passa aqui. Agora, olhem para o formato deste fim-de-semana de corrida aqui em Baku. Temos o primeiro treino livre e depois passamos à qualificação e o que é problemático para os jovens pilotos e os estreantes é tirar o máximo partido da pista e dos pneus na qualificação, e isso é realmente um exercício difícil. O que aconteceu [na qualificação] com o Nyck foi bastante claro. Ele travou um pouco tarde demais porque esperava talvez mais aderência. E depois perdeu o carro.”











