Os casos das sanções aplicadas a Red Bull e Aston Martin em 2022, evidenciam que as violações do limite orçamental da Fórmula 1 não passam despercebidas à FIA considera o presidente daquela entidade Mohammed ben Sulayem, tendo ainda esperança que a forma lidou com as infrações na temporada passada, referentes a 2021, possa impedir as equipas de tentarem ocultar infrações.
Na época passada, mas referente ao escrutínio das contas das equipas na temporada de 2021, a FIA confirmou as infrações da Aston Martin e Red Bull ao limite orçamental. A primeira tratou-se de uma infração processual, mas o caso da Red Bull foi mais controverso, já que a entidade federativa encontrou gastos a mais do que o definido no regulamento financeiro da competição e aplicou uma coima à equipa de Milton Keynes além de reduzir o tempo permitido para as simulações aerodinâmicas deste ano.
“Fui muito claro sobre o que aconteceu com a Red Bull e a Aston Martin. Garantimos que nada fosse escondido e fomos muito transparentes”, considerou Mohammed ben Sulayem quando esteve esta semana de visita à caravana do Dakar, acrescentando que “analisamos as equipas. Verificámos, passámos por todo o processo e tornamos público”. O Presidente da FIA acredita ainda “que ninguém pode tirar partido do limite orçamental e tentar encobrir coisas”.
O responsável máximo da entidade federativa salientou que agora as equipas percebem que a FIA tem meio para atuar como supervisora. Alguns dos chefes de equipa tinham levantado algumas dúvidas das capacidades da FIA para poder inspecionar as contas das diferentes estruturas, tal era a diferença de meios entre as partes. No entanto, Mohammed ben Sulayem deixou bem claro que “estamos presentes e vigiamos. Essa é nossa responsabilidade”.












