Ainda não começaram e as corridas sprint de qualificação estão sob fogo cerrado entre FIA e algumas equipas. Depois de Jean Todt, presidente da FIA, ter dito que não gostava da ideia, a F1 apresentou um patrocinador para este projeto, dando ideia que será para manter durante algum tempo.
No entanto, equipas como a Alpine, McLaren e Aston Martin apresentaram algumas reservas à FIA em relação às embraiagens usadas, que foram agora tornadas públicas.
Com a sessão de qualificação “normal” a acontecer na sexta-feira, ao invés de Sábado, os carros têm de estar em Parc Fermé um dia antes, com apenas algumas trocas de componentes permitidas, sendo as embraiagens proibidas de serem substituídas nesse instante.
“Estas embraiagens foram construídas para um propósito diferente”, explicou Andy Stevenson, Team Manager da Aston Martin, ao “Auto Motor und Sport”. Precisam de novos calços e manutenção após 300 quilómetros. Se tivéssemos sabido antes da época o que esperar, teríamos construído outras embraiagens. Se tivéssemos de competir todo o fim-de-semana com uma embraiagem sem a refrescar, não podemos garantir que irá durar. Se a FIA não ceder, talvez tenhamos de faltar a uma sessão de treino.”
Este é o grande problema apresentado por estas equipas à FIA, cujo única resposta foi: “Basta fazerem menos arranques”.
Esta ideia foi refutada por Alan Permane da Alpine, que disse à mesma publicação, que “não tem nada a ver com o número de arranques. É simplesmente o desgaste. A embraiagem está sempre a ser utilizada. As trocas de velocidades são o problema, não os arranques”.











