A nova zona DRS introduzida em Silverstone não foi do agrado de alguns pilotos e foi considerada até perigosa. Colocada na recta da meta passando pelas curva 1 e 2 a nova zona originou algumas saídas de pista com carros a chegarem a curva 1 com a asa aberta e a perderem o apoio aerodinâmico como aconteceu a Grosjean e Ericsson. O sueco admitiu que falhou o botão para fechar o DRS e por isso acabou fora de pista.
Charlie Whiting não quis assumir a culpa pelo sucedido e explicou:
“Creio que os incidentes em que os pilotos perderam o controlo durante na curva 1 por terem o DRS aberto são uma opção do piloto, assim como qualquer outra opção. É como qualquer carro mais difícil para os pilotos… às vezes eles tentam fazer uma curva a fundo quando não é, e por isso fazem piões. É a mesma coisa, é a escolha deles. Se eles acham que podem fazer isso, podem tentar. Não há obrigação para o fazer. É como qualquer outra escolha que equipas e pilotos fazem.”
No entanto a nova zona DRS trouxe muito pouco e o próprio director de prova admitiu:
“A ideia era que os pilotos pudessem chegar um pouco mais perto do que teriam feito de outra forma e, portanto, estar melhor posicionados para atacar as retas entre as curvas 5 e 6.”
Whiting confirmou que Hockenheim terá uma zona DRS extra e que a principal – na corrida para o gancho – será ampliada.
Quanto ao regresso ao uso indiscriminado do DRS, Whiting mostrou-se contra e afirmou que isso serviria apenas para fazer baixar os tempos por volta e não facilitar as ultrapassagens.












