O diretor técnico da FIA, Nikolas Tombazis, saudou a decisão “monumental” da Audi aderir à grelha da F1 em 2026.
O fabricante alemão confirmou momentos antes do Grande Prémio da Bélgica que vai entrar na Fórmula 1 como fornecedor de unidade motriz a partir de 2026, quando os novos regulamentos de motores entrarem em vigor.
Antes de qualquer outro potencial novo fabricante se juntar à grelha, isto significa que vamos ter cinco fornecedores diferentes, com a Audi a juntar-se à Mercedes, Ferrari, Renault e à recém-criada Red Bull Powertrains.
“A notícia é monumental”, disse Tombazis.
“É fantástico ter, imediatamente após a aprovação destas regras, a confirmação de um grande fabricante, uma grande marca como esta, a aderir ao desporto. É uma adição fantástica”.
No início deste ano, o Grupo Volkswagen deu luz verde, tanto à Audi como à Porsche, para avançar com os planos de entrada na F1.
Apesar da confirmação da Audi, a Porsche e a Red Bull terminaram recentemente as conversações sobre uma potencial parceria, embora o fabricante continue interessado em encontrar uma solução alternativa para entrar na grelha da competição rainha do desporto motorizado.
“Foi um dos principais objetivos nos primeiros tempos, tornar os regulamentos atrativos para novas marcas entrarem”, continuou Tombazis.
“Assim, um dos principais objetivos, a par de todas as mensagens ambientais, menores custos e corridas mais renhidas, era torná-la mais atrativa”.
“O anúncio feito pela Audi foi um voto de confiança”.











