O custo dos incidentes nesta época tem sido realçado como nunca, graças ao limite orçamental que as equipas têm de cumprir. Os acidentes implicam reparações e gastos que as equipas não podem canalizar para outras áreas, o que tem causado algum desconforto e queixas por parte de algumas estruturas, com a Ferrari a ter mais destaque nas queixas.
Mattia Binotto já afirmou que a F1 deveria pensar em atribuir os custos dos incidentes às equipas dos pilotos responsáveis e para mostrar o seu ponto de vista mencionou os gastos da sua equipa nesta primeira metade da época, só em reparações:
“Se eu olhar para os danos que tivemos até agora desde a primeira corrida que tivemos no Bahrein até à última corrida na Hungria, se eu contar todos os danos que tivemos em pista, são mais de 2,5 milhões de euros”, disse Binotto citado pelo racefans.net. “Isto mostra o quão significativos são, e é apenas metade da época. Temos alguma margem no nosso orçamento final e penso que precisamos de ter porque nunca se sabe as surpresas que temos de agora até ao fim e as quebras e danos”, disse Binotto.
O limite orçamental das equipas foi fixado este ano em 145 milhões de dólares, 124 milhões de euros. Olhando para os gastos em reparações de meia época, não é surpreendente que algumas equipas se queixem pois são recursos que não podem ser canalizados para a busca incessante de mais performance. Mas as equipas sabiam disso e estas tentativas não passam de novas formas de tentar dilatar o limite, que irá baixar ainda mais nos próximos anos.










