Frédéric Vasseur desvalorizou o impacto do novo sistema de asa traseira da Ferrari, que chamou a atenção durante os testes de pré-temporada no Bahrein. A solução, visível pelo movimento da asa nas zonas de reta, com uma rotação do elemento superio da asa, gerou curiosidade no paddock, mas o chefe de equipa garante que não representa uma vantagem isolada. Apesar do destaque mediático, a Ferrari considera tratar-se apenas de mais uma evolução técnica dentro de um cenário em que todas as equipas introduzem novidades.
You spin me right round! 😵💫
— Formula 1 (@F1) February 19, 2026
Here's Ferrari's innovative solution to moving the upper flap of the rear wing as part of this season's active aero introduction 👀 #F1 #F1Testing pic.twitter.com/yY0ZcI1Kph
Com o arranque do campeonato a aproximar-se, as formações finalizam as escolhas técnicas e ainda não é certo que a solução seja utilizada logo na primeira prova da época, na Austrália.
Frédéric Vasseur afirmou aos jornalistas:
“Penso que toda a gente está a inovar. Às vezes é visível, outras não. Tenho a certeza de que os nossos concorrentes e todas as equipas fazem exatamente o mesmo. É verdade que as últimas peças que levámos para a pista eram visíveis do exterior, mas não são muito diferentes das dos outros”.
Sobre a possível estreia do sistema, acrescentou:
“Não sei se será para Melbourne ou para a corrida seguinte”.
A asa da Ferrari pode já ter sido batizada por Vasseur. Em conversa com o Canal+ francês, em tom de brincadeira, Vasseur disse que a Ferrari devia chamar a asa de “macarena” porque ao explicar o que a asa faz, acontece um movimento parecido à famosa coreografia. Mais um hilariante momento do chefe da Ferrari.
Fred Vasseur saying they call their new wing flap the "macarena" because it goes *arms up* 😭😭 pic.twitter.com/k8uyV04G51
— sim (@simscircuit) February 19, 2026
Foto: Philippe Nanchino /MPSA











