Esteban Ocon venceu na Hungria mas grande parte dessa vitória deveu-se ao trabalho de equipa de Fernando Alonso que segurou durante dez voltas Lewis Hamilton que assim não pôde tentar chegar à vitória.
Alonso é agora um piloto diferente e mais virado para a equipa, com a sua experiência em corridas de endurance talvez a refletir-se. Questionado sobre isso mesmo, Alonso admitiu que a vitória na Hungria foi mais especial do que as suas em Le Mans e explicou porque:
“Esta é mais especial porque é inesperado”, disse ao GPFans.”Não tínhamos o ritmo para ganhar e foram preciso circunstâncias muito especiais. Essas circunstâncias estavam lá e a sorte estava do nosso lado”.
“Sinto-me bem”, acrescentou quando lhe perguntaram sobre o seu papel na vitória. “Provavelmente a última vez [que aconteceu] foi na Toyota onde fomos companheiros de equipa, estávamos a ganhar com o Toyota #7 e o Toyota #8”.
“[Estou] muito, muito feliz por eles, com os muitos sorrisos no rosto de todos e também pelo Esteban ”, acrescentou Alonso. “Quando se é jovem e se ganha um Grande Prémio de F1, esse rótulo fica para sempre. Isso aconteceu na Hungria, assim como em 2003 comigo, por isto esta pista dá-nos sorte.”










Alonso team player! Mas lendo o que se escreve por aqui, não era supostamente ele aquele que destrói as equipas? Ah claro, os haters…
Bom, a verdade é que Alonso chegou este ano à equipa, e a Renault/Alpine já venceu uma corrida, algo que não acontecia há muitos, muitos anos.
Felizmente os responsáveis da Renault/Alpine não são leitores aqui do AS, senão teriam lido barbaridades de brandar aos céus e não teriam ido contratar o espanhol. E o que eles, e quem realmente gosta de F1, estaria a perder agora…
Carrega Alonso, grande regresso!
Cumprimentos
Concordo em absoluto, e não sei este Alonso com um carro mais competitivo o que faria. Quem sabe nunca esquece
O que sempre fez. Ganhar corridas e lutar pelo título.
Não dou uma importância muito grande à vitória da Alpine, já que foi obra de um “bodo aos pobres”, oferecido por Bottas e Stroll, embora uma vitória seja sempre uma vitória.
Quanto ao Alonso “team player”, é fruto dos tempos de Toyota, foi aí que ele aprendeu a importância de jogar em equipa.
O Alonso era (passado) um elemento desestabilizador. No entanto acho que a responsabilidade na destruição das equipas era de quem não o sabia pôr no lugar. Todos os empregados são maus, em potência, se a chefia é fraca e Alonso, a meu ver, precisava de alguém que o colocasse no lugar quando o seu ego começava a bater asas. Daí que dizer que era ele o desestabilizador, é meia verdade.
Hoje é um homem mudado nesse sentido, mas o ego, a rapidez e mestria estão lá.
Xiii, tudo tão excitadinho… até parece que foi o Alonso quem ganhou o GP da Hungria! Alguém acredita que a luta com o Hamilton foi motivada pelo gosto de trabalhar para a equipa? Foi só «show-off», para mostrar aos pacóvios que ainda é um grande piloto. E não esqueçamos que a resistência à ultrapassagem do Hamilton acabou por causa de um erro de pilotagem, um erro pelo qual outros pilotos teriam sido ridicularizados. Fez uma boa corrida, não há como negá-lo, mas não foi a demonstração de génio que querem fazer crer. Até foi desleal e perigoso em várias manobras… Ler mais »
Desleal e perigoso? Em que tv?
Não viu a manobra perigosíssima que Alonso fez? Defendeu a posição contra Hamilton! Ora isso é perigosíssimo, que o diga Max!
Mas parece que os pacóvios continuam a não ver.
Mas parece que o pacóvio-mor aqui do burgo continua sem ver…
Ou melhor, vê coisas que não existem. Desleal e perigoso, só mesmo na tv dos pacóvios!
Cumprimentos
Deve ser naquela TV “troll” que transmitiu o GP de Espanha em 2012 com o Hamilton a pilotar um Mercedes, mas na realidade pilotava um Mclaren-Mercedes, coisas de pormenor. A tv deste “Troll” por vezes tem umas falhas ali pelo meio.
O Alonso será sempre esta personalidade enigmática, ora diz uma coisa, ora diz outra, e vai alinhando neste jogo que a imprensa alimenta, é o verdadeiro anti-herói da F1. Eu como sempre gostei, não vou passar agora a odiar agora, especialmente se continuar a demonstrar de que fibra é feito, o que fez em Silverstone e no Hungaroring foi especial, não se trata de conquistar o lugar, trata-se de o fazer enquanto dá espectáculo. Não há muitos que o façam infelizmente.
E com a mestria demonstrada!