Segundo o piloto espanhol, uma das melhor formas de evitar o problema do trânsito nas qualificações, algo que vai afetar muito as duas qualificações deste fim de semana, pois Red Bull Ring é uma pista relativamente curta e rápida, é fazer qualificações apenas com um carro em pista. Assim, era a forma de garantir que o resultado não seria afetado por outros pilotos, além de dar mais destaque às equipas. Uma ideia que já foi usada no passado e que o espanhol gostaria de voltar a ver.











Se não me engano já tivemos isso e não era grande coisa.
Têm 150 “estrategas” a controlar a pista…
São os melhores Pilotos do Mundo, têm de ser rápidos, inteligentes com as condições que têm (como qualquer condutor no seu dia-a-dia), usar os espelhos e sair da trajetória ideal quando não vão rápidos (como nós: rodar na “faixa da direita”).
Cada vez parecem mais os jogadores de futebol: à mínima mandam-se para o chão, levantam os braços e pedem falta!
Foi a altura mais chata de qualificações. O formato actual é muito mais interessante. O que é inaceitável é os carros terem de dar voltas de aquecimento e desaceleração ‘a passo’. Acabem com isso, imponham tempos mínimos por volta e o formato actual é muito mais interessante e justo.
Já há tempos mínimos, penso que entre linhas do safety car, só que ainda são uns mínimos muito “máximos”.
Se isso acabasse com palhaçadas como a qualificação do GP de Itália em 2019, porque não?
Nahhhh, nem pensar! As condições da pista não seriam iguais para todos.
A atual qualificação não me agrada (não consigo entender porque um tempo obtido numa Q1 ou Q2 sendo o melhor que um piloto conseguiu não poder ser usado para a Q3. Se um piloto, por algum motivo, se qualificar mas depois não poder fazer a Q3 fica logo em P10, não consigo concordar, pode ter feito um tempo no Q2 melhor do que alguns na Q3 e isso devia contar). Mas entre o formato atual e o que ele propõe, mal por mal, que continue este. Percebo a ideia e até poderia fazer sentido porque assim não havia pilotos prejudicados… Ler mais »