F1, Fernando Alonso: “a nova geração é talentosa e preparada”
Na mesma altura em que comemorou 40 anos, Fernando Alonso provou em pista que ainda tem muito para dar à F1, mesmo tendo estado afastado da disciplina.
Considerado pelos seus pares como um dos melhores de sempre na competição, é agora Alonso que atesta a qualidade dos pilotos mais novos em entrevista ao site FormulaPassion.it.
“Agora é definitivamente um bom momento para o desporto, a nova geração é talentosa e preparada.As academias ajudam-nos em todas as diferentes categorias, têm todas as ferramentas e engenheiros para se saírem bem quando chegam à Fórmula 1. Basta olhar para Lando e George, são ambos jovens e talentosos, mas um está a lutar pelo pódio e o outro está a lutar para marcar pontos. E isso é um pouco injusto.”
Entrevistado por um site italiano, Alonso não se esqueceu de Charles Leclerc, piloto da Ferrari, relacionando as suas prestações com a dos monolugares que tem pilotado.
“Enquanto a Ferrari teve um carro competitivo, pensámos que ele poderia liderar esta nova geração. Agora que o carro não é tão forte, talvez pensemos de forma diferente, mas o seu desempenho também está relacionado com o do carro”.
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malhaxuxas
4 Agosto, 2021 at 18:25
Será mesmo assim?
Max Verstapen – 130 Gps – 15 vitórias – 0 Campeonatos do mundo
Jackie Stewart – 99 Gps – 27 vitórias – 3 Campeonatos do mundo
Nikki Lauda – 130 Gps – 19 vitórias – 2 Campeonatos do mundo
Nelson Piquet – 130 Gps – 17 vit – 3 Camp md
Alan Prost – 130 Gps – 32 vit – 2 Camp md
Ayrton Senna – 130 Gps – 33 vit – 3 Camp md
Michael Schumacher – 130 Gps – 35 vit – 2 Camp md
Fernando Alonso – 130 Gps – 21 vit – 2 Camp md
Lewis Hamilton – 130 Gps – 22 vit – 1 Camp md
Sebastian Vettel – 130 Gps – 39 vit – 4 Camp md
Não me parece que os novos venham a superar isto.
Pity
4 Agosto, 2021 at 18:35
Que salganhada!! O que é que quis dizer com isso? Está a misturar épocas diferentes, carros diferentes, domínios diferentes, ou seja, está a comparar o incomparável. Mais, um bom piloto não se mede só em vitórias e campeonatos.
Sr. Dr. HHister
5 Agosto, 2021 at 10:51
E os campeonatos eram mais curtos, o que significava menos vitórias para ser campeão.
Há pessoas ignorantes e depois há o Malhaxuxas.
[email protected]
4 Agosto, 2021 at 22:59
O avanço tecnológico tem, ao longo dos anos, demonstrado que cada vez há mais carro e menos piloto… Já vimos o que Russel fez quando teve a oportunidade de “meter as mãos” num Mercedes estou curioso de ver o que faria Hamilton num Williams.
NOTEAM
5 Agosto, 2021 at 8:51
Faria o que faz o Russell no Williams. Certamente que não estava a vencer corridas, mas também não seria batido pelo Latifi. Uma ou outra qualificação a chegar à Q3 e muita luta para entrar nos pontos ao domingo. O Russell quando meteu as mãos no Mercedes fez um brilharete, mas não é uma corrida que define toda a carreira de um piloto. Ainda que, não tenho a menor dúvida que o Russell tem uma “pedalada” bem diferente do Bottas, isso para mim é claro.
anotheruser
5 Agosto, 2021 at 9:53
O talento não se mede em pontos, pódios ou campeonatos. Sobretudo nos 10 últimos anos em que uma ou outra equipa limparam tudo.
Não me lembro de ver tanto talento de tanta gente tão nova em simultâneo: Norris, Leclerc, Ocon, Sainz, Russell, Verstappen, Gasly e talvez o Tsunoda e o Mick.
E não é só isso: há 4 campeões do mundo em pista (Raikkonen, Alonso, Vettel, Hamilton). É raro haver tantos campeões em pista em simultâneo ainda mais com o histórico dos últimos 10-12 anos.
Mesmo os pilotos mais velhos sem conquistas (Perez, Ricciardo) são de elevado nível.
Sr. Dr. HHister
5 Agosto, 2021 at 10:53
É verdade. Estamos muito bem servidos em termos de qualidade.
anotheruser
5 Agosto, 2021 at 13:21
Agora só faltam os regulamentos certos para dar hipótese aos que estão em equipas menores. Apenas desse modo os movimentos e migalhas das grandes equipas deixarão de ter tanta importância.
A alteração dos regulamentos técnicos e o tecto financeiro prometem um 2022 fenomenal.