F1, Éric Boullier: “Temos condições para voltar ao pódio”
A McLaren está a preparar a temporada de 2018, em que vai começar a nova parceria com a Renault para o fornecimento de motores. A decisão de mudar o fornecedor de motores já aconteceu algo tarde, o que atrasou a produção do novo monolugar para 2018, uma vez que é preciso adaptar o chassi ao motor da marca francesa. No entanto, os homens de Woking mostram confiança.
“Quando vemos o que alcançámos em termos de desempenho do carro – da evolução do chassi -, posso dizer que temos condições para voltar ao pódio. E isso, para mim, já é uma grande recompensa. É preciso adaptar e ajustar o monolugar ao motor, mas a estrutura vai ser a mesma. Temos um conceito inteligente, por isso, acho que não será um grande drama. Apenas acho que tomámos a decisão de mudar o fabricante de motor duas semanas mais tarde do que estava nos nossos planos, mas estamos quase a recuperar essas duas semanas”, disse Éric Boullier ao site da Fórmula 1.
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Frenando_Afondo™
15 Dezembro, 2017 at 18:09
A verdade é que gosto cada vez menos deste Boullier. Gosta muito de abrir a boca, ou para mandar farpas aos seus colaboradores ou para mandar estas declarações chapa 4.
Fazer mais e falar menos Boullier. É melhor dizer que ainda pode demorar mais um ano a chegar a pódios e vitórias e depois surpreender todos, que andar a dizer que “para o ano é que é!” e depois nada.
João Pereira
15 Dezembro, 2017 at 18:14
Vá lá frenando! Eu acho que o homem até está a ser bastante pragmático… No entanto há que ter em consideração o que James Key disse sobre instalar o motor Honda no Toro Rosso.
Frenando_Afondo™
15 Dezembro, 2017 at 22:55
Vou responder na língua do Boullier: Je deteste cette gajo, é beaucoup pa de jamais a beau chefe de l`equipa, je quero alguém beaucoup more eficient et organizé. xP
O meu francês é do melhor que há, ao nível do Sá Pinto.
João Pereira
16 Dezembro, 2017 at 2:00
Não sei quem é o Sá Pinto. Mas pode crer que quando vou a França, desenrasco-me melhor que você e o esse tal Sá Pinto.
Je parle pas bon français, mais je me drebouile pas si mal.
Muitos anos a decifrar o Autohebdo, para aí 40.
João Pereira
15 Dezembro, 2017 at 18:31
Boullier está a falar bem, no entanto, temos que levar em conta que James Key já disse que instalar o Honda no conceito Toro Rosso não é fácil, pelo que me parece razoável imaginar que instalar o Renault no conceito Mclaren também deve colocar alguns problemas complicados.
Outra coisa, é o Budget, porque enquanto a Honda vai dar à Toro Rosso motores à borla e algo mais, a Mclaren vai ter que os pagar (e a Renault acho que é o fornecedor mais caro). Além disso, não vejo grandes patrocinadores nos Mclaren há uns bons “anitos”, por isso é provável que andem há algum tempo a camuflar uma situação económica desfavorável e pouco sustentável a médio prazo. Será este um ano decisivo para a Mclaren em termos de futuro não andar a pastar no mesmo pasto da Williams? Espero que não, desejo mesmo que ambas mudem de pastagem.
Já muitas vezes aqui disse, que não sou fanático por equipas, mas adoro a F1, e por isso quero todas as equipas competitivas.
Força e concentração Mclaren, uma vitória para o Alonso era um bom prémio por 3 anos de mudança pessoal e empenho profissional. isto vindo de mim que lhe chamava “Don Paco das Astúrias” e lhe tinha um ódio de estimação… deve ser um grande elogio. Eehpaahh!
Frenando_Afondo™
15 Dezembro, 2017 at 22:52
No Marca há uma notícia que diz que a Mclaren já instalou o motor renault no chassi de 2017 sem grandes problemas, a foto do artigo é o Alonso a sorrir, por isso deve ser verdade. 😛
De resto também já li que o sistema de refrigeração do Renault é mais compacto que o da Honda, então a Mclaren deve ter espaço para “apertar” o chassi.
Daí os problemas em encaixar o honda no TR, vão ter de aumentar os flancos e então têm de estudar aerodinamicamente onde compensar as possíveis perdas que possam daí advir (ou ganhos, se calhar ficam mais rápidos ao ser mais gordos, nunca se sabe).
João Pereira
16 Dezembro, 2017 at 1:51
Ainda bem que a Mclaren já encaixou o Renault no chassis de 2017.
Todos sabemos o que vale a Marca quando a coisa tem a ver com espanhois. At+e parece a imprensa italiana quando tem a ver com a Ferrari.
Também sabemos que o Alonso sorri desde que saiu da Ferrari. Ninguém percebe bem porquê, mas ainda bem que assim é. Passei a adorar o rapaz, desde que ele passou a sorrir, e passou as birras ao Sebastian.
Quanto a fazer um Toro Rosso à medida do motor Honda e do seu sistema de refrigeração, não tenho dúvidas de que James Key é homem para o fazer, sem grande prejuízo em termos de eficiência aerodinâmica.
Vamos ficar com uma vaga ideia no fim de Fevereiro e inicio de março, mas a sério vai ser no primeiro equinócio de 2018, quando todos estivermos na Austrália, ou pelo menos sentados no sofá, com umas belas “bejecas” (não é preciso serem Fosters) a ver na Tv o que está a acontecer por lá em termos de F1.
Feliz Natal, e um 2018 cheio de boas corridas e campeonatos emocionantes até ao fim. Ooohh! Ooohh! Ooohh! And a happy new year!