O responsável máximo da Fórmula 1 já explicou várias vezes que a competição mundial não precisa de uma nova equipa na grelha, apesar de todo o interesse que tem vindo a gerar nos últimos tempos em estruturas sólidas como é o caso da Andretti Autosport e a sua parceira Cadillac. Stefano Domenicali reforçou esta ideia durante o podcast ‘Beyond the Grid’, acrescentando ainda que não se trata de qualquer tipo de protecionismo, mas sim de respeito pelas equipas que levaram a Fórmula 1 ao seu estado atual.
Considerando que 10 equipas, 20 pilotos, são suficientes para dar um bom espetáculo, o CEO da F1 explicou que é melhor “esperar para ver” o que resulta da abertura do procedimento da FIA para a possível entrada de novas equipas no mundial. “O meu ‘não’ não é contra a entrada de alguém, tenho de esclarecer isso porque, caso contrário, parece que quero ser protecionista, o que não é o caso. Quero ver as pessoas certsa e também preciso de respeitar aqueles que investiram na F1 no último período, porque nos esquecemos demasiado depressa do respeito. Agora toda a gente quer saltar para o autocarro que é muito rápido. Mas temos de ser prudentes, temos de tomar a decisão certa, é isso que estou a dizer”.
Domenicali esclareceu ainda que este tema está também em discussão do novo ‘Acordo da Concórdia’ e que os próximos meses serão importantes para o desenrolar de ambos os processos. Sendo assim, diz o responsável da competição que dentro das suas funções precisa “ter em conta que o desporto só pode crescer se a maioria das equipas puder crescer. Este foi um dos fundamentos do limite orçamental para dar uma estabilidade financeira credível ao valor do franchise da equipa. Quanto mais competitiva for a competição, mais corridas interessantes se podem realizar, mais se pode criar interesse pelo desporto e isso é, sem dúvida, muito, muito importante. É claro que há situações em que o interesse destas equipas na F1 é maior porque estão a investir e acreditam que este é um verdadeiro projeto para desenvolver outras coisas. E, por isso, é importante darmos estabilidade financeira sustentável a cada uma delas para garantir que todas o possam fazer”.










Ai precisa, precisa. Com carreiras cada vez mais longas, as vagas para jovens pilotos são raras, pelo que mais duas equipas seria o ideal.
Essas equipas novas poderiam ter, por obrigação, dar uma vaga, durante um ano, ao vencedor e ao 2º classificado da F2 (uma vaga dada uma)
Este meu comentário até nem parece meu, mas ainda vou a tempo de fazer duas correcções:
“…poderiam ter….que dar…”
“…vaga cada uma”
200 milhões para entrar ( valor ridiculamente baixo em confronto com outros desportos). Salvo erro, 255 milhões o limite orçamental já corrigido ( 120) para 2023. Fora instalações e contratação de pessoal ( 350/400 no mínimo ).
Ou seja, pelo menos meio bilião, fora as garantias , para se lançarem na F1.
Em que mundo é que acha que alguém ia conseguir financiamento para essa quantia e a seguir aplica’-la com a obrigação de alinhar logo no primeiro ano com o Vesti ou o Pourchaire?
Visto por esse prisma… só uma Andretti da vida, mas podia ser que essa “obrigação” pudesse ser obrigatória só a partir do 5º ano, por exemplo.
E 200 milhões é agora, porque já ouvi verbas bem maiores para o futuro: desde 600 milhões até mil milhões, o que eu acho ridiculamente absurdo.
Mas diga-me, não acha que o campeão de F2 deveria ter obrigatoriamente, entrada na F1, pelo menos durante uma época? Se sim, que solução propõe?
Obrigatório? Para quem ? Faziam um sorteio entre as equipas e a quem saísse a rifa era impingido o piloto? Ferrari, por exemplo. Saía o Sainz para entrar o estreante Iwasa, os accionistas do Santander que se amanhem , saiu – lhes a fava têm que meter os larguíssimos milhões.
Ninguém falou nas equipas de topo, daí eu achar que mais equipas são necessárias.
O vencedor da F3 tem lugar na F2, mas o vencedor da F2 não tem o futuro assegurado na F1. Vejamos este ano: Sargeant, 3°, está na grelha, mas Drugovich que venceu, ficou pendurado. É justo isso?
É impraticável isso. Percebo o que quer dizer e em termos líricos faz sentido. Mas depois há a realidade, essa madrasta que dá cabo dos ideias mais belos. O colega garantia já fez ver alguns deles. Mas pegando nisso dos jovens pilotos, Fitipaldi que pertence à RB e que Marko está maravilhado como só esteve com Max, foi fazer testes com a Haas. Conforme referi há dias atrás realmente parece adivinhar-se a sua passagem para a Alpha Tauri já no próximo ano (há dias falava-se em para o ano ou no seguinte), passando Tsunoda para a Haas enquanto a Honda… Ler mais »
Atenção que há dois Fittipaldi: o Enzo, que está na F3, e de quem o Marko gosta, e o Pietro, reserva da Haas. Foi este último que testou com a Haas.