A pandemia afetou todas as equipas de F1, mas a operação de algumas em especial sofreu mais, com os planos de reestruturação a terem de ser colocados em pausa. Um dos exemplos é o da McLaren.
Por altura da reestruturação iniciada por Zak Brown, que motivou a entrada de Andreas Seidl e James Key, foram identificadas necessidades na infraestrutura da equipa, nomeadamente a modernização do equipamento usado, além da construção de um novo túnel de vento e de um novo simulador de última geração. No entanto, a pandemia obrigou o plano a ser colocado em pausa e assim, a McLaren perdeu muitos meses, como explicou James Key:
“Penso que a equipa de corrida está a fazer um bom trabalho, mas do nosso lado ainda não estamos ao nível que queremos. Em 2019, Andreas [Seidl] e eu chegámos, dissemos imediatamente que tínhamos algumas infraestruturas para colocar aqui, porque estamos desatualizados. Tínhamos um plano de expansão para algumas das áreas-chave, e depois a pandemia atingiu o mundo e tudo isso parou, por isso ainda não colhemos os frutos de nenhum desses investimentos em infraestruturas, que ainda estão a acontecer. Estamos 18 meses atrasados e o plano de expansão teve de parar. Estamos a tentar dar a volta a isso agora, uma vez que estamos no limite dos custos, e estamos a recrutar bastante nas áreas-chave de desempenho. Planos como esse, feitos a longo prazo, mas feitos muito cedo, estão muito atrasados, por isso continuamos à espera deles”.










