Todos parecem concordar que Lewis Hamilton será piloto da Mercedes nas próximas épocas… mas consenso entre as duas partes está difícil de ser atingido e um primeiro acordo terá sido bloqueado pela casa-mãe Daimler.
Vários meios de comunicação estão a veicular que o acordo entre Hamilton e a Mercedes foi conseguido por altura do GP da Turquia, um contrato de cinco anos, com um salário de 50 milhões de dólares, algo que agradou ao piloto e a Toto Wolff. No entanto esse acordo não teve luz verde da Daimler. Ola Kallenius terá colocado um travão neste acordo por não concordar com a duração do contrato. A Daimler pretende um acordo de dois anos, com mais um de opção.
Como tal as negociações continuam de forma lenta, pois de um lado há um Hamilton sete vezes campeão, no topo da sua forma mas com exigências acima do que a Daimler pretende, por outro lado temos uma empresa que reconhece o valor do piloto mas que já está na reta final da sua carreira (36 anos), tendo dentro de portas opções interessantes e mais baratas, como o caso de George Russell.
Outros rumores circularam no paddock durante as últimas corridas de 2020, falando de um pedido de 3 anos e 70 milhões por época, algo que a Mercedes não pode assumir com a perspetiva de ter de despedir 20% do seu pessoal a nível mundial a partir do próximo Verão, devido à queda maciça nas vendas de automóveis, por causa da pandemia.
A única certeza que existe é que neste momento Hamilton não tem contrato e que as negociações se estão a revelar mais demoradas do que todos pensaram inicialmente











