Cyril Abiteboul acredita que novas áreas de interesse se vão abrir na F1. A busca pela sustentabilidade vai levar à procura de novas soluções energéticas, um campo que será certamente interessante para as equipas e marcas.
Em 2030 a F1 espera ser 100% sustentável, tornando assim a sua pegada de carbono nula, um objetivo ambicioso mas que faz sentido num mundo em que as alterações climáticas se notam cada vez mais. Abiteboul vê essas mudanças com muito interesse:
“Penso que existe um tipo de área muito interessante que se vai abrir em relação ao desenvolvimento energético”, disse o francês. “Penso que a Fórmula 1 se tornará num desporto focado nos vários tipos de energia; que tipo de combustível queremos, que tipo de bateria queremos utilizar também”.
“Vejo que estas coisas serão muito importantes em termos de avanço para a indústria e, na minha opinião, a Fórmula 1 tem um grande papel a desempenhar, para liderar o caminho nesse aspeto e claramente estas coisas terão um impacto, e não apenas no desporto. Significa não apenas no sector automóvel, mas no geral e estou ansioso por este tipo de contribuição da Fórmula 1”.











