Saída de mais um nome sonante da Renault. Cyril Abiteboul abandona a Renault e não irá liderar o projeto Alpine, como se esperava.
Abiteboul tem estado desde o começo do projeto Renault, no regresso da marca francesa à F1 em 2016. Abiteboul esteve ao leme da operação com altos e baixos. Era a face mais visível do projeto, mas a Renault nem sempre conseguiu atingir os objetivos propostos, sofrendo várias reestruturações ao longo do caminho. Foi feito um grande investimento na equipa quer ao nível técnico, quer desportivo, mas apenas em 2020 vimos uma Renault capaz de se bater pelo top 3 por mérito próprio, sem depende de azares alheios, falhando ainda assim o objetivo.
É a segunda grande saída da marca depois de Jerome Stoll se ter demitido do cargo de Presidente da Renault Sport. A Renault nomeou o Director de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios Laurent Rossi para ser o CEO da Alpine.
“Gostaria de agradecer ao Groupe Renault por ter confiado em mim durante muitos anos, particularmente com o relançamento e reconstrução da equipa desde 2016”, disse Abiteboul. “Os sólidos alicerces da equipa de corrida e as entidades em França e Inglaterra construíram ao longo destes anos, a evolução estratégica do desporto para um modelo economicamente mais sustentável, e mais recentemente o projeto Alpine, que proporciona um sentido renovado de significado e dinamismo, apontam todos para uma trajetória muito interessante.
“Gostaria de agradecer a Luca de Meo por me envolver na construção da Unidade de Negócios Alpine e desejo à nova estrutura todo o sucesso”.











Aleluia irmão!!!
Pois, realmente não conseguiu dar provas. Ficam 2 perguntas: quem o substituirá e, mais importante, se chegou a fazer a tatuagem? 😉
Aparentemente quem o vai substituir é o Davide Brivio, vindo do MotoGP.
Quanto à tatuagem não sei, mas há quem diga que fez uma de um texugo (honey badger), mas num local pouco visível, onde o sol não brilha.
Laurent Rossi. E na parte desportiva o Brivio e o Budkowski. Conferencia de imprensa do De Meo na 5a f.
Tatuagem. O Ricciardo também uma vez disse que seria de “inspiração alemã”.
Por outro lado, bite e boule(s) são desde sempre fonte de inspiração para todo o tipo de desenhos, quem sabe se agora também …
Como terá realmente acabado a história ?
Tinha graça a tatuagem ser o símbolo da Mercedes…
Apesar de não ter feito um trabalho péssimo, ficou sempre a ideia de que se tratava de alguém demasiado frio, até mesmo desconfortável na pele de director desportivo. Nunca me pareceu um motivador, mesmo apesar desta história engraçada da tatuagem, não acho que teve uma ligação verdadeiramente próxima com algum dos seus pilotos, isso pode até ter estado na origem da saída do Ricciardo, possivelmente sentiu falta “pulso” na equipa. Se a Alpine quer chegar a um patamar mais alto, terá de fazer algumas arrumações, pelo que assim se fecha um capítulo e se abre outro.
Já não era sem tempo …
Olhaaaa… o “Binotto” da Renault já foi posto a andar…
Já vai tarde, principalmente porque o que fez mais foi levantar polémicas, talvez demasiado aconselhado por Prost, que também não faz lá falta nenhuma. Pena é que cada vez mais os construtores põem a gerir as suas equipas pessoas cuja paixão é gestão e não as corridas ao contrário por exemplo que têm como gestores dois homens que já passaram pelo cockpit.
Efeito Alonso , a primeira vítima .
Já vai tarde. Mas creio que apenas Alonso a meter as peças que ele quer para mandar a 100% na equipa. Com Cyril isso não ia acontecer, assim que lhe meteu logo ordem de saída.
Ficamos a saber em 1ª mão pelo forista afondo que Alonso é o novo CEO da Renault e já é o responsável pela saída de Abiteboul da equipa francesa!Será que a noticia saiu no afondofakenews.com, ou nos “videos” do Rosberg? Fica a questão…
Cumprimentos