Confirmaram-se na semana passada os rumores que davam conta da organização do Grande Prémio de Espanha num circuito citadino construído para o efeito em Madrid a partir de 2026, ainda sem se saber o que acontecerá ao Circuito Barcelona-Catalunha no calendário da Fórmula 1.
Enquanto há promessas de um evento inovador e com muitos espectadores a assistir, sustentável do ponto de vista económico e ambiental, a Fórmula 1 congratulou os madrilenos pela sua proposta que vai de encontro aos desejos da sua organização e cumpre as metas que os donos da competição pretendem ver nas provas do mundial, não fechando a porta a uma possível manutenção de Barcelona após 2026, ano em que termina o atual acordo comercial entre as partes.
O novo traçado vai estar localizados muito perto do Aeroporto de Madrid Adolfo Suárez-Barajas e a pouco mais de 30 minutos do centro da capital por transportes públicos, por isso a organização prevê receber mais de 110 mil pessoas por dia no evento, havendo planos para aumentar a capacidade do circuito para 140.000 por dia na primeira metade do acordo firmado com a Fórmula 1.
Ainda sujeito à homologação da FIA, o traçado em redor do centro de exposições IFEMA terá 5,474 metros, 20 curvas e espera-se um tempo por volta em qualificação de 1 minuto e 32 segundos., segundo os dados revelados pela F1.
Sabendo que os leitores do AutoSport preferem os circuitos permanentes para o espetáculo da Fórmula 1, depois da sondagem em dezembro passado, os argumentos sobre o futuro traçado de Madrid ainda convencem os nossos leitores. 81,6% dos leitores que votaram na última sondagem, afirmam que seira preferível manter o Circuito Barcelona-Catalunha como palco do GP de Espanha, enquanto 18,4% apostam na novidade do citadino em Madrid.
Sabe-se um pouco mais sobre o circuito do que na altura do anúncio, mas só na primeira saída para a pista, em 2026, é que saberemos melhor avaliar o traçado junto ao parque de exposições IFEMA.












