O DRS vai continuar a ser usado neste começo de nova era, uma solução que ainda é encarada como temporária, enquanto se avalia se esta nova filosofia aerodinâmica permite a sua remoção, sem prejuízo para as ultrapassagens. Olhando para o que já foi dito, parece que o DRS, que continua a não agradar a uma grande maioria de fãs, está para ficar, pois se antes o ar sujo prejudicava muito e o DRS era uma ferramenta poderosa para quem perseguia, agora, com carros a produzir menos ar sujo, as diferenças entre andamentos poderão ser mínimas, o que pode também exigir que o DRS se mantenha. Será preciso esperar para ver.
O conceito do DRS é simples, com a abertura da asa traseira, diminui-se o arrasto criado e com isso o carro ganha velocidade de ponta. Havia alguma curiosidade para ver como o DRS seria implementado nas asas traseiras que são radicalmente diferentes do que tínhamos no ano passado e no vídeo da Mercedes, já pudemos ver o DRS aberto.

Taking our all-new 2022 @F1 beast for a drive. 👊 Ride onboard for @LewisHamilton's very first lap in the W13! pic.twitter.com/SUG5drcUQz
— Mercedes-AMG PETRONAS F1 Team (@MercedesAMGF1) February 19, 2022









