Charles Leclerc terminou a temporada de 2021 no décimo posto, enquanto o seu companheiro de equipa, Carlos Sainz subiu ao pódio, o quarto da época, isto no ano de estreia com as cores da Ferrari. Um dos piores resultados do ano de Leclerc coincidiu com um dos melhores desempenho de Sainz. Para além disso, ficou em sétimo na classificação geral do campeonato, atrás do seu companheiro de equipa e de Lando Norris. A Ferrari conseguiu terminar o ano em 3º entre os construtores, depois de uma boa batalha com a McLaren durante grande parte do ano.
Ninguém parece duvidar que Leclerc queira manter o lugar na Scuderia Ferrari no final do próximo ano, mas no seu contrato, que tem duração até 2024, existe uma cláusula de rescisão que pode ser ativada se em 2022 a Ferrari não terminar pelo menos no terceiro lugar entre os Construtores, adianta a publicação italiana La Gazzetta dello Sport.
Leclerc é visto como um potencial campeão e podem existir algumas equipas que podem tentar tirar o piloto à Ferrari, por isso a equipa tem de ser competitiva desde o início do ano.
Mattia Binotto afirmou em novembro, que Leclerc era o o homem certo para levar a Ferrari de novo ao topo. “Investimos nele a longo prazo porque estamos plenamente convencidos de que ele será o homem que se tornará o próximo campeão mundial. Ele é realmente rápido. Não apenas numa volta, mas a sua capacidade de atacar e defender na corrida sem errar é excecional. Ainda me lembro da forma como ele se defendeu contra Lewis em Monza em 2019 ou de Verstappen em Silverstone. Charles é muito bom a gerir a pressão. Ele é capaz de vencer porque tem a mentalidade de vencedor de que é preciso liderar uma corrida. Ele é um talento fantástico. Ele desenvolveu a sensibilidade de entender o carro e os pneus. Isso distingue-o dos bons pilotos”
Será por isso, um ano decisivo para a Ferrari e Charles Leclerc.











