Em entrevista ao TalkSport da News Broadcasting, Christian Horner explicou que Sergio Pérez não foi despedido, mas ele e a equipa conversaram e concluíram que o melhor para ambos era a separação.
Horner insiste que Pérez não foi demitido, mas que ele e a Red Bull chegaram a um entendimento mútuo sobre o que era melhor para ele próprio e para a equipa. Questões de semântica, pois não foi o mexicano que pediu a reunião e o tema desta não era difícil de adivinhar. Este é daqueles casos que era notícia, sim, se a conclusão fosse que a época de Sergio Pérez foi ótima, tudo esteve bem com o mexicano e tudo permaneceria como estava.
Obviamente não foi assim, pois terá sido explicado a Pérez que bem tentaram, mas ele não conseguiu uma prestação minimamente condizente com um piloto que guia um Red Bull. Não lhe era pedido que lutasse pelo título como chegou a sugerir em anos anteriores, mas que tivesse uma prestação digna e ajudasse a Red Bull a lutar pelos construtores, o que esteve longe de suceder.
Nessa entrevista, Horner falou sobre os quatro anos de Pérez com a equipa, destacando as contribuições do piloto nos primeiros três anos e que a sua temporada muito difícil foi este ano: “Sentámo-nos na semana passada e decidimos que seria melhor para ambas as partes se ele saísse do carro, passasse algum tempo com a família e pensasse no que queria fazer a seguir”, referindo também que a decisão não foi precipitada…
Qualquer adepto minimamente informado sobre a F1 concluiria que a prestação de Pérez com a Red Bull Racing este ano foi paupérrima…
FOTO Philippe Nanchino/ MPSA













