F1: Charles Leclerc quer V8 ou V10 de volta e não quer mais Sprints
Com 2026 cada vez mais perto e com uma revolução técnica a caminho, o foco parece estar mais no futuro a longo prazo do que nas mudanças iminentes. Os motores V8 e V10 continuam a ser tema de conversa, especialmente depois do presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, ter dito publicamente que pretende ver esses motores de volta à F1.
Mas nem só de motores se fala, com o desejo do CEO da F1, Stefano Domenicali, de ter mais corridas sprint a não agradar a uma grande maioria. No Grande Prémio do Azerbaijão, Charles Leclerc deixou clara a sua posição sobre o futuro da Fórmula 1: o desporto não precisa de mais artifícios, mas poderia beneficiar do regresso de motores mais potentes.
O piloto da Ferrari afirmou que o número atual de corridas de sprint é «suficiente» e alertou contra a expansão do formato. Ele também rejeitou as grelhas invertidas como parte do ADN da F1, embora tenha admitido que não se importaria de testar a ideia apenas em eventos de sprint. Para ele, a estrutura existente do campeonato é «onde deve permanecer», sem reinventar a fórmula.

“Acho que a quantidade de corridas sprint que temos no momento é suficiente e não gostaria de ter mais do que isso”, disse ele. “A grelha invertida… Não sei, pelo menos não num fim de semana normal”, admitiu Leclerc. “Num fim de semana de sprint, por que não considerá-la para a corrida de sprint, mas realmente não é algo que eu veja como parte do DNA da Fórmula 1. Acho que a Fórmula 1 deve permanecer como está no momento e não acho que precisamos reinventar nada.”
Em relação aos motores, Leclerc expressou nostalgia pelas eras V8 e V10, admitindo que sente falta do som que o fez apaixonar-se pela F1. Ele disse que um retorno a motores mais barulhentos e simples seria «muito mais apreciado», lembrando como o rugido dos carros em Mónaco já lhe causou arrepios.
“Adoraria ter isso de volta, muito mais ruído seria muito apreciado”, disse ele. “Definitivamente, preferiria voltar aos motores V8 ou V10 normais e, especialmente, ao ruído, que é o que mais sinto falta no desporto, o que me fez apaixonar por ele. Sou obviamente do Mónaco e lembro-me de quando os carros de F1 circulavam pelo Mónaco naquela época, dava-me arrepios e agora acho que já não se tem essa sensação, o que é uma pena.”
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Breno Mascarenhas
27 Setembro, 2025 at 15:26
De acordo com Leclerc e mais: redução da quantidade de provas, Formula 1 não é NASCAR. Corridas sprint, umas 3 ou 4, em pistas como Interlagos, Silverstone, Monza, Suzuka e Áustria.
[email protected]
27 Setembro, 2025 at 17:13
Concordo plenamente. Já assisti a diversas corridas, e nunca tinha assistido com estes motores V6 híbridos. Assisti a F1 no Brasil, e fiquei no setor perto da Curva do Café, início da reta dos boxes. Quando deu a largada, quase não se escutou o barulho dos 20 motores acelerando juntos.
Mas escutei nitidamente o motor do McLaren MP4/6 que era do Senna, a hora que ligou o motor nos boxes. De arrepiar.
Fora estes motores caros e anti-esportivos.
F1 FOR FUN
28 Setembro, 2025 at 10:38
Se reduzirem as corridas para apenas 1 h deixo de ver F1. Espero que o MAx deixe a F1 e venha correr de vez no WEC e IMSA.