F1: Carros de 2022 podem ser tão rápidos quanto os de 2021
A primeira previsão era pouco animadora, com as previsões sobre os carros da nova geração a revelarem um decréscimo na velocidade a rondar os 3.5 seg. por volta. Era uma diminuição considerável mas feita a pensar na qualidade das corridas, com uma aerodinâmica pensada para melhorar o espetáculo.
No entanto as previsões feitas nos últimos meses davam uma diferença de apenas 0.5seg. entre os carros de 2021 e os ligeiramente mais lentos carros de 2022. Pelo que vimos durante os testes em Barcelona, as diferenças são poucas e depressa poderão desaparecer. Olhando para o tempo feito em qualificação no GP da Espanha em 2021(única qualificação feita com as recentes obras no traçado catalão), podemos ver que o tempo da pole foi feito por Lewis Hamilton com um registo de 1:16.741. O piloto britânico voltou a ser o mais rápido da primeira semana de testes, fazendo o tempo de 1:19.138.
Não podemos esquecer que o tempo de 2021 foi feito no GP de Espanha, em maio, quarta ronda do campeonato, com carros já bem conhecidos. O tempo que Hamilton fez na semana passada foi feito com a primeira versão dos novos carros, com tempo mais frio e sem grande conhecimento ao nível de afinação ideal do carro e da capacidade das borrachas.
Mario Isola, responsável da Pirelli admitiu que ficou surpreendido por ter visto uma diferença de aproximadamente 1.5 seg. no primeiro teste do ano. Mais ainda, a Pirelli admitiu que os carros atuais já estão próximos da performance projetada inicialmente. A Pirelli testou os novos pneus com os carros de 2021, adaptados para as novas rodas e com os níveis de performance esperados para o final de 2022. Ora a época 2022 ainda nem sequer começou e a performance já é muito próxima da que era esperada apenas no final do ano. Confirma-se que os carros têm evoluído muito e vão evoluir ainda mais.
No entanto, não podemos esquecer que estes carros são muito diferentes. Serão um pouco mais rápidos nas retas e nas curvas mais rápidas, mas em traçados sinuosos deverão ser mais lentos, pela nova aerodinâmica, pelo peso acrescido e as novas suspensões. Por exemplo, vimos carros a ressaltar muito no ataque aos corretores, o que retira performance ao carro, pelo que os pilotos deverão evitar atacar muito os corretores, o que se vai notar no cronómetro. Mas de uma forma geral, os carros parecem rápidos e deverão tornar-se ainda mais rápidos.
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Joao Mendes
1 Março, 2022 at 23:56
Esta “reportagem” tem tanto de bom como de falta de ética.
Encontram um vídeo no canal de YouTube “the race”, que está muito bem feito, e vêm aqui traduzir o vídeo sem sequer mencionar a fonte. Ao menos digam onde foram buscar … é que está igual na sequência, lógica, fontes, entrevistados, estrutura (até o detalhe de que usam 2021 como comparação porque tem o mesmo traçado de 2022).
https://youtu.be/0cq3rKEreSY
Só vos ficava bem