F1, Carlos Sainz espera Ferrari competitiva na Hungria

Por a 29 Julho 2022 12:41

Menos de uma semana depois do Grande Prémio de França, a Ferrari tem fortes esperanças de fazer um bom resultado em Budapeste, com Carlos Sainz à espera de ser competitivo no Hungaroring mas sublinha que é necessário ter um fim-de-semana sem problemas.

“Precisamos [de um fim-de-semana sem erros], mas toda a gente precisa de um fim-de-semana limpo, penso eu. Todos nos esforçamos por fins-de-semana limpos. Na F1 são mais difíceis de obter do que as pessoas pensam”, diz Sainz.

O piloto espanhol enaltece que ainda nada está perdido para a Ferrari: “Ainda temos um longo ano pela frente e, como vimos este ano, tudo pode acontecer em qualquer corrida e tem sido um ano tão alto e tão baixo para todos. Mesmo que os quatro primeiros sejam consistentes, o resultado do fim-de-semana não é o que se espera. Ainda há muito para jogar e muito para conquistar”.

O Hungaroring não é característico por ter muitas retas, com a mais sonante sendo a longa reta da meta,e isso joga a favor da Ferrari, uma vez que a Red Bull apresenta um carro mais forte em reta do que a equipa sediada em Maranello.

Para além disso, a Ferrari tem demonstrado um melhor ritmo de qualificação e na Hungria a grelha de sábado tem demonstrado ser determinante para a obtenção de um bom resultado, uma vez que o traçado não é famoso por oferecer muitas oportunidades de ultrapassagem.

“[Estou] confiante que podemos lutar pela vitória este fim-de-semana e que podemos realizar um fim-de-semana sólido como fizemos na Áustria e em França”, disse Sainz. “Em cada corrida, sinto-me mais confortável no carro e o ritmo de corrida em França foi bom, também na Áustria. O ritmo de qualificação em França foi bom, especialmente na Q2. Penso que temos os ingredientes, só precisamos de juntar tudo no domingo”, concluiu o piloto espanhol.

Carlos Sainz tem uma vitória e uma pole position em 2022.

Eduardo Moreira

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Um comentário

  1. Francisco Caetano

    29 Julho, 2022 at 21:10

    Vamos ver como as coisas vão correr ao Leclerc e ao Carlos, mas sejam quais forem os resultados penso que nestes comentários ao estarmos a analisar um desporto motorizado de alto nível e muito especializado com muitos fatores a influenciar, então devemos fazer análises com base em factos e não só em emoções, embora elas também possam ter lugar se tratadas com objectividade.
    Quando falamos de Hamilton não temos dúvidas que se sempre demonstrou com capacidade de vir a ser campeão do mundo, desde o inicio da sua entrada na fórmula um, porque sempre foi um bom afinador dos carros, sempre calculou bem as suas ações em pista sendo correto em pista e raramente teve acidentes.
    Quando falamos de Max, o que podemos dizer é que sempre foi muito rápido, mas com excesso de vontade de ganhar o que o fez ter várias situações de duvidosa tomada de decisão que resultaram em acidentes, e isso foi evidente mesmo no ano em que foi campeão do mundo. Mas não temos dúvidas que é um piloto com muitíssimo valor para estar na fórmula um. E isso está a ser confirmado neste ano de 2022.
    Quanto ao Charles e ao Carlos temos de esperar para ver. Sim o Charles é rápido, tal como o Hamilton e o Max, mas tal como eles isso é evidente quando têm o carro ao seu jeito o que é o caso do Ferrari de 2022, atualmente do RedBull de 2022, e ainda não do Mercedes de 2022.
    O Carlos tem presentemente o Ferrari 2022 95% ao seu jeito e isso nota-se pela forma como conduz desde o Grande Prémio de Mónaco, sendo rápido mas ponderando cada momento em como deve agir. Mas tem uma característica que Hamilton sempre teve e Max está a demostrar só este ano que é mostrar resiliência e mostrar-se focado mesmo após desaires.
    Aguardemos para ver como reage o Charles ao desaire em Paul Ricard. Com o que aconteceu no Mónaco e em Silverstone evidenciou alguma intranquilidade. Ganhou na Áustria com um carro extremamente equilibrado, mas em França mostrou excesso de vontade de ganhar, querendo repetir o que se passou na Áustria, mas o carro não estava tão superior aos outros, era preciso aceitar com tranquilidade a pressão que o Max estava a fazer.
    Ou seja, estamos perante 20 excelentes pilotos de monologares mas continuamos a ter de ponderar o piloto e o carro e o momento em cada Grande Prémio, com emoção e às vezes paixão mas respeitando a pessoa que é cada um daqueles homens.
    Esperemos que na Hungria tenhamos uma boa corrida e que ganhe o que tiver os fatores do piloto, carro e pneus em melhor alinhamento.

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